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	<title>One laptop per child</title>
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	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 07:50:59 +0000</pubDate>
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		<title>Laptop. Interface paralela</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 07:50:59 +0000</pubDate>
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A porta paralela é uma interface de comunicação entre um computador e um periférico. Quando a IBM criou seu primeiro PC (&#8221;Personal Computer&#8221; ou &#8220;Computador Pessoal&#8221;), a idéia era conectar a essa porta a uma impressora, mas atualmente, são vários os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <b>porta paralela</b> é uma interface de comunicação entre um computador e um periférico. Quando a IBM criou seu primeiro PC (&#8221;<i>Personal Computer</i>&#8221; ou &#8220;Computador Pessoal&#8221;), a idéia era conectar a essa porta a uma impressora, mas atualmente, são vários os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o computador (exemplos: scanners, câmeras de vídeo, unidade de disco removível entre outros).
</p>
<p>A partir do sistema operacional Windows 95 tornou-se possivel efetuar comunicação entre dois computadores através da porta paralela, usando um programa nativo chamado <i>&#8220;comunicação direta via cabo&#8221;</i>. Esta rede é muito simples de ser implementada, bastando apenas a utilização de um cabo DB25, conectado entre os dois computadores. É, no entanto, necessária uma configuração específica nos cabos para que a rede possa funcionar corretamente.
</p>
<p><a name="Comunica.C3.A7.C3.A3o_em_Paralelo"></a><b> Comunicação em Paralelo </b></p>
<p>Na comunicação em paralelo, grupos de bits são transferidos simultaneamente (em geral, byte a byte) através de diversas linhas condutoras dos sinais. Desta forma, como vários bits são transmitidos simultaneamente a <a href="http://www2.medizing.com" title="cada">cada</a> ciclo, a taxa de transferência de dados (throughput) é alta.</p>
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		<title>Laptop. Thom Yorke</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 07:20:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Thomas Edward &#8220;Thom&#8221; Yorke (nascido em 7 de outubro de 1968 em Wellingborough-Northamptonshire, Inglaterra) é o vocalista e compositor da banda britânica de rock alternativo Radiohead. Geralmente, toca guitarra, piano e laptop. Atualmente, ele vive em Oxford com sua companheira de longa data, Rachel Owen.

 Biografia 
Nascido com o olho esquerdo paralisado, Thom Yorke submeteu-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Thomas Edward &#8220;Thom&#8221; Yorke</b> (nascido em 7 de outubro de 1968 em Wellingborough-Northamptonshire, Inglaterra) é o vocalista e compositor da banda britânica de rock alternativo Radiohead. Geralmente, toca guitarra, piano e laptop. Atualmente, ele vive em Oxford com sua companheira de longa data, Rachel Owen.
</p>
<p><a name="Biografia"></a><b> Biografia </b></p>
<p>Nascido com o olho esquerdo paralisado, Thom Yorke submeteu-se a um total de cinco operações de correção nos seus primeiros cinco anos - a última cirurgia foi mal-sucedida e quase tirou toda a visão de seu olho esquerdo - resultou em seu característico &#8220;olho-caído&#8221;. Seus colegas de classe costumavam insultá-lo com o apelido &#8220;Salamandra&#8221;. O pai de Yorke trabalhava como um vendedor de instrumentos de engenharia química, e seu filho foi movido de uma escola à outra, sem poder se fixar e fazer novos amigos. A família de Yorke finalmente se fixou em Oxford. Yorke ganhou sua primeira guitarra aos sete anos de idade, ao ver a performance do guitarrista do Queen, Brian May na televisão. A primeira canção que ele escreveu chamava-se <i>Mushroom Cloud</i> sobre a formação de uma nuvem seguindo uma explosão nuclear. Ele formou a primeira banda aos onze anos de idade, quando freqüentava a escola privada para rapazes Abingdon School, onde ele conheceu seus futuros companheiros de banda, <b>Ed O&#8217;Brien</b>, <b>Colin Greenwood</b>, o baterista <b>Phil Selway</b> e o irmão mais novo de Colin, <b>Jonny Greenwood</b>. Inicialmente eles chamavam-se On a Friday (&#8221;Em uma Sexta&#8221;, em português), pois sexta era o único dia em que eles podiam ensaiar. O irmão mais novo de Yorke, Andy, formou vários grupos na mesma época de On a Friday, incluindo &#8220;The Illiterate Hands&#8221;, da qual Jonny Greenwood era um membro antes de se juntar ao seu irmão em On a Friday (Andy Yorke foi a frente da banda Unbelievable Truth). On a Friday continuou a praticar  e escrever novo material, mesmo estudando em universidades diferentes. Quando prestava à Universidade de exatas, Yorke foi um membro dos Headless Chickens, e trabalhou em um hospital psiquiátrico como assistente hospitalar. Em Exeter, ele conheceu Stanley Donwood, que mais tarde trabalharia na arte-final da banda de 1994 até hoje. O nome da banda mudou na sugestão do agente A &amp; R da banda, depois de assinar com a EMI em dezembro de 1991, e foi inspirado em uma música do álbum <i>True Stories</i> da banda americana Talking Heads.
</p>
<p><a name="Trabalho_no_Radiohead"></a><b> Trabalho no Radiohead </b></p>
<p>Quando o grande sucesso do hit <i>Creep</i> (escrito no banheiro masculino do clube de estudantes The Lemmy da Universiade de Exeter) conduziu a banda a escrevê-lo como seu maior hit, uma sucessão de álbuns cada vez mais complexos fez Radiohead uma da banda mais respeitadas do mundo, uma parte devido aos temas de existencialismo urbano, maldade, e amor nas letras de Yorke. Algumas das suas músicas tem mensagens políticas, o mais proeminente no álbum <i>Hail to the Thief</i> (Saudações ao Ladrão, em português) - o título é visto como uma referência direta à eleição para presidente dos Estados Unidos em 2002, quando George W. Bush foi acusado por seus críticos de ter &#8220;roubado&#8221; as eleições, mas isso tem sido repetidamente negado pela banda. Na época de 1997, <i>OK Computer</i>, as letras de Yorke foram notadas pela sua qualidade oblíqua.
</p>
<p>Thom Yorke e o vocalista do R.E.M, Michael Stipe, são amigos íntimos e frenqüentemente participam dos shows um do outro. Yorke disse que Stipe inspirou muitas de suas músicas e o ajudou a sair de um período de depressão depois da turnê de <i>OK Computer</i> e antes do lançamento de <i>Kid A</i> (2000). A música <i>How to Disappear Completely</i>, do último álbum, foi inspirada por Stipe, que aconselhou Yorke a falar para si mesmo, &#8220;Eu não estou aqui e isso não está acontecendo&#8221; quando ele estava deprimido. Stipe notou que muitas das músicas de Radiohead, como &#8220;A wolf at the Door&#8221; e &#8220;There There&#8221;, inspiraram ele em seu próprio jeito de escrever.
</p>
<p>Yorke explicou em várias entrevistas que ele não gosta da &#8220;mitologia&#8221; que sente ser endêmica com o gênero rock, e odeia a obsessão da mídia com celebridades. Parte da razão dele ter passado um período de depressão e de incapacidade de escrever depois de <i>OK Computer</i> foi ter sentido que a música que o Radiohead criou estava sendo alcançada pelas personalidades (particulamente ele mesmo) daqueles atrás dela.
</p>
<p>Yorke é conhecido por seu falsetto distintivo (<i>Fake Plastic Trees</i>, <i>How to Disappear Completely</i>) e habilidade para achar, e sustentar notas elevadas (<i>Creep</i>, <i>Exit Music (For a Film)</i>). Sua voz já foi comparada a Jeff Buckley e Matthew Bellamy. Durante as gravaçãoes de <i>The Bends</i> em 1994, a banda assistiu Buckley em concerto; Yorke disse depois que o concerto teve um efeito direto em seu vocal em <i>Fake Plastic Trees</i>.
</p>
<p>Enquanto Yorke não conseguia ler a música, ele esteve aprendendo a tocar baixo e bateria na ocasião das gravações dos álbuns do Radiohead.
</p>
<p>Yorke já disse que ele prefere computadores às guitarras, e pensa que programas como Pro Tools dão ao músico maior poder na direção de uma música do que instrumentos tradicionais.
</p>
<p>Radiohead está gravando atualmente seu novo álbum, com lançamento esperado para 2006. Yorke disse <a href="http://www2.medizing.com" title="que">que</a> as gravações do novo álbum, estão sendo agressivas, contudo bom o bastante para assumir o novo material na turnê. Radiohead estará tocando no <i>V Festival</i> na Inglaterra em Agosto de 2006, no <i>Boonaroo Music Festival</i> em Manchester, Tennessee em Junho, num fã-clube no reino unido e na Europa em Maio, e outras aparições durante o ano. &#8220;Eu temerei escutar a tudo isso depois que nós sairmos no mundo real. Eu sempre temo isso. Muito antes de começar algo novo e esquecer-me. Mas agora mesmo&#8230; é bom&#8230;&#8221; Yorke recentemente escreveu no blog do Radiohead.
</p>
<p><a name="Outros_trabalhos"></a><b> Outros trabalhos </b></p>
<p>A pessoa enigmática de Yorke fez-lhe uma figura cult, mas ele também tem sido citado em várias questões políticas e sociais contemporâneas (apesar disso, ele disse quem &#8220;deve se ter cuidado para não fazer sermões.&#8221;) A banda leu <i>No Logo</i>, de Naomi Klein durante as sessões de <i>Kid A</i>, e Yorke é um fã declardo do trabalho de Noam Chomsky. Ele é amigo do escritor ecologista, acadêmico e jornalista George Monbiot; Yorke emprestou uma declaração para figurar na capa do livro de Monbiot, <i>Captive State: The Corporate Takeover of Britain</i>. Tem chamado atenção como um ativista político fazendo campanha para causa incluindo Comércio justo, movimentos anti-guerra como Campanha para Desarmamento Nuclear, Anistia Internacional e mais recentemente a campanha &#8220;The Big Ask&#8221; do  Amigos da Terra. Ele tocou no concerto do Free Tibet em 1999.
</p>
<p>Perguntado sobre seu ativismo, Yorke falou que &#8220;a diferença entre eu e Bono Vox é que ele fica completamente feliz em elogiar pessoas para conseguir o que ele quer, e ele é muito bom nisso, mas eu simplesmente não posso fazer isso. Eu provavelmente acabaria dando um murro na cara deles em vez de apertar as suas mãos, mas isso é melhor do que ficar fora do caminho deles. Eu não posso simpatizar com esse nível de besteira. É uma vergonha, verdade, e num caminho isso pode ajudar se eu quiser, mas eu não posso. Eu admiro o fato de Bono poder, e poder caminhar através disso cheirando a rosas.&#8221;
</p>
<p>Além de seu extensivo trabalho com o Radiohead, Yorke também colaborou com outros músicos; ele trabalhou com Björk, PJ Harvey, James Lavelle, The Flaming Lips, U.N.K.L.E. e DJ Shadow.<br />
Em dezembro de 2004, Thom Yorke e Jonny Greenwood contribuiram para o single de caridade <i>Do They Know It&#8217;s Christmas</i>.
</p>
<p>Foi lançado no ano de 2006 o primeiro trabalho solo de Thom Yorke, o álbum &#8220;The Eraser&#8221;, com nove músicas inéditas. Yorke nega qualquer intenção de abandonar a banda, é apenas um trabalho que não se encaixa no perfil do Radiohead.
</p>
<p><a name="Colabora.C3.A7.C3.B5es"></a><b> Colaborações </b></p>
<p><b>Drugstore</b>
</p>
<p>Yorke juntou sua voz com Isabel da banda Drugstore no primeiro single da banda, &#8220;EI President&#8221;, do álbum <i>White Magic For Lovers</i>.
</p>
<p><b>Sparklehouse&#8217;</b>
</p>
<p>Yorke cantou parte desse cover do Pink Floyd <i>Wish You were Here</i> com Merk Linkous da Sparklehouse. Yorke cantou sua parte no telefone do quarto de hote dele, e você pode ouvir a TV ao fundo. Sparklehouse esteve no show de abertura da turnê européia de OK Computer em 1997.
</p>
<p><b>U.N.K.L.E.</b>
</p>
<p>Yorke e DJ  Shadow cantaram juntos durante a turnâ de OK Computer em São Francisco e gravaram <i>Rabbit in Your Headlights</i> para o projeto de James Lavelle sob o nome de U.N.K.L.E. O álbum chama-se <i>Psyence Fiction</i>.
</p>
<p><b>The Venus in Furs</b>
</p>
<p>Yorke e seus companheiro da banda Radiohead Jonny Greenwood contribuiram juntos para Bernard Butler, Andy Mackay, e Paul Kimble para formar a banda The Venus in Furs. Eles gravaram cinco músicas para o filme produzido por Michal Stipe, <i>Velvet Goldmine</i>.
</p>
<p><b>Björk</b>
</p>
<p>Yorke e Björk cantaram um dueto chamado <i>I&#8217;ve Seen It All</i>, em <i>Selmasongs</i>, para a trilha sonora de <i>Dancer in the Dark</i>. No filme, a canção não é cantada por Yorke.
</p>
<p><b>PJ Harvey</b>
</p>
<p>Yorke teve uma forte presença no lançamento de PJ Harvey, <i>Stories from the City</i>. Ele fez um dueto com Harvey na canção &#8220;This Mess We&#8217;re In&#8221; e cantou no fundo de outras canções&nbsp;: &#8220;One Line&#8221; e &#8220;Beautiful Feeling&#8221;.</p>
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		<title>Laptop. Síndrome de Down</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 07:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Síndrome de Down ou trissomia do cromossomo 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente. Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a doença em 1866. A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Síndrome de Down</b> ou <b>trissomia do cromossomo 21</b> é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente. Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a doença em 1866. A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.
</p>
<p>Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. A incidência da síndrome de Down é estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.
</p>
<p>Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal. Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega, ao invés de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protrusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apnéia de sono obstrutiva e disfunções da glândula tireóide.
</p>
<p><a name="Caracter.C3.ADsticas"></a><b>Características</b></p>
<p>
Indivíduos com síndrome de Down podem ter algumas ou todas as seguintes características físicas: fissuras palpebrais oblíquas, hipotonia muscular, a flat nasal bridge, uma prega palmar transversal única (também conhecida como prega simiesca), uma língua protrusa (devido à pequena cavidade oral), pescoço curto, pontos brancos nas íris conhecidos como manchas de Brushfield, flexibilidade excessiva nas articulações, defeitos cardíacos congênitos, espaço excessivo entre o hálux e o segundo dedo do pé. As crianças com síndrome de Down encontram-se em desvantagem em níveis variáveis face a crianças sem a síndrome, já que a maioria dos indivíduos com síndrome de Down possuem retardo mental de leve (QI 50-70) a moderado (QI 35-50), com os escores do QI de crianças possuindo síndrome de Down do tipo mosaico tipicamente 10-30 pontos maiores. Além disso, indivíduos com síndrome de Down podem ter sérias anomalias afetando qualquer sistema corporal.
</p>
<p>Outra característica frequente é a microcefalia, um reduzido peso e tamanho do cérebro. O progresso na aprendizagem é também tipicamente afectado por doenças e deficiências motoras, como doenças infecciosas recorrentes, problemas no coração, problemas na visão (miopia, astigmatismo ou estrabismo) e na audição.
</p>
<p><a name="Causas_e_gen.C3.A9tica"></a><b>Causas e genética</b></p>
<p>A síndrome de Down poderá ter quatro origens possíveis. Das doenças congénitas que afectam a capacidade intelectual, a síndrome de Down é a mais prevalecente e melhor estudada. Esta síndrome engloba várias alterações genéticas das quais a trissomia do cromossoma 21 é a mais freqüente (95% dos casos). A trissomia 21 é a presença duma terceira cópia do cromossoma 21 nas células dos indivíduos afectados. Outras desordens desta síndrome incluem a duplicação do mesmo conjunto de genes (p.e., translações do cromossoma 21). Dependendo da efectiva etiologia, a dificuldade na aprendizagem pode variar de mediana para grave.
</p>
<p>Os efeitos da cópia extra variam muito de indivíduo para indivíduo, dependendo da extensão da cópia extra, do background genético, de factores ambientais, e de probabilidades. A síndrome de Down pode ocorrer em todas as populações humanas, e efeitos análogos foram encontrados em outras espécies como chimpanzés e ratos.
</p>
<p><a name="Trissomia_21"></a><b>Trissomia 21</b></p>
<p>A trissomia 21 poderá ser causada por um fenômeno de não-disjunção meiótico. Neste caso, a criança terá três cópias de todos os genes presentes no cromossoma 21. Esta é a causa apontada em 95% dos casos observados de síndrome de Down.
</p>
<p><a name="Transloca.C3.A7.C3.A3o_Robertsoniana"></a><b>Translocação Robertsoniana</b></p>
<p>O material extra poderá ser proveniente de uma translocação Robertsoniana, isto é, o braço longo do Cromossoma 21 liga-se topo a topo com outro cromossoma acrocêntrico (cromossomas 13, 14, 15, 21 ou 22), podendo haver assim variabilidade na região extra. A mutação pode ser uma mutação <i>de novo</i> e pode ser herdada de um dos progenitores que não apresenta a doença pois tem uma translação Robertsoniana equilibrada. Por disjunção normal na meiose os gâmetas são produzidos uma cópia extra do braço longo do Cromossoma 21. Esta é a causa de 2 - 3% das síndromes de Down observadas. É também conhecida como &#8220;síndrome de Down familiar&#8221;.
</p>
<p><a name="Mosaicismo"></a><b>Mosaicismo</b></p>
<p>O indivíduo pode ser um mosaico de células com arranjo genético normal e células com trissomia 21. Isto pode acontecer de duas maneiras: Uma não-disjunção numa divisão celular durante as primeiras divisões do zigoto, ficando assim essa célula com uma trissomia 21, dando origem a mais células iguais a si nas divisões seguintes e as restantes células permanecendo normais; ou então poderá acontecer o contrário, um zigoto ou embrião com síndrome de Down sofrer uma igual mutação, revertendo assim as células para um estado de euploidia, isto é, correcto número de cromossomas, que não possuem trissomia 21. Existe, obviamente, uma variabilidade na fracção nº de células doentes/nº de células sãs, tanto no total como dentro de um próprio tecido. Esta é a causa apontada em 1 - 2%  dos casos analisados <a href="http://www2.medizing.com" title="de">de</a> síndrome de Down. Note-se que é provável que muitas pessoas tenham uma pequena fracção de células aneuplóides, isto é, com número de cromossomas alterado.
</p>
<p><a name="Duplica.C3.A7.C3.A3o_de_uma_por.C3.A7.C3.A3o_do_cromossomo_21"></a><b>Duplicação de uma porção do cromossomo 21</b></p>
<p>Muito raramente, uma região do cromossoma 21 poderá sofrer uma fenómeno de duplicação. Isto levaria a uma quantidade extra de genes deste cromossoma, mas não de todos, podendo assim haver manifestações da doença.
</p>
<p><a name="Incid.C3.AAncia"></a><b>Incidência</b></p>
<p>Estima-se que a incidência da Síndrome de Down seja de um em cada 660 nascimentos, o que torna esta deficiência uma das mais comuns de nível genético. A idade da mãe influencia bastante o risco de concepção de bebé com esta síndrome: em idades compreendidas entre os 20-24 anos é de apenas 1/1490, enquanto que aos 40 anos é de 1/106 e aos 49 de 1/11 (Fonte: Hook EB. <i>Rates of chromosomal abnormalities at different maternal ages.</i>). As grávidas com risco elevado de ter um filho afectado por esta síndrome devem ser encaminhadas para consultas de aconselhamento genético, no âmbito das quais poderão realizar testes genéticos (como a amniocentese).
</p>
<p>O termo foi referido pela primeira vez pelo editor do <i>The Lancet</i>, em 1961 [1]. Era, até à data, denominado como <b>mongolismo</b> pela semelhança observada por Down na expressão facial de alguns pacientes seus e os indivíduos oriundos da Mongólia. Porém, a designação <i>mongol</i> ou <i>mongolóide</i> dada aos portadores da síndrome ganhou um sentido pejorativo e até ofensivo, pelo que se tornou banida no seio científico.
</p>
<p><a name="Tratamento"></a><b>Tratamento</b></p>
<p>Vários aspectos podem contribuir para um aumento do desenvolvimento da criança com síndrome de Down: intervenção precoce na aprendizagem, monitorização de problemas comuns como a tiróide, tratamento medicinal sempre que relevante, um ambiente familiar estável e <i>condutor</i>, práticas vocacionais, são alguns exemplos. Por um lado, a síndrome de Down salienta as limitações genéticas e no pouco que se pode fazer para as sobrepor; por outro, também salienta que a educação pode produzir excelentes resultados independentemente do início. Assim, o empenho individual dos pais, professores e terapeutas com estas crianças pode produzir resultados positivos inesperados.
</p>
<p>As crianças com Síndrome de Down frequentemente apresentam redução do tônus dos órgãos fonoarticulatórios e, consequentemente, falta de controle motor para articulação dos sons da fala, além de um atraso no desenvolvimento da linguagem. O fonoaudiólogo será o terapeuta responsável por adequar os órgãos responsáveis pela articulação dos sons da fala além de contribuir no desenvolvimento da linguagem.
</p>
<p>Os cuidados com a criança com S.D. não variam muito dos que se dão às crianças. Os pais devem estar atentos a tudo o que a criança comece a fazer sozinha, espontaneamente e devem estimular os seus esforços.  Devem ajudar a criança a crescer, evitando que ela se torne dependente; quanto mais a criança aprender a cuidar de si mesma, melhores condições terá para enfrentar o futuro.<br />
A criança com S.D. precisa participar da vida da família como as outras crianças. Deve ser tratada como as outras, com carinho, respeito e naturalidade. A pessoa com S.D. quando adolescente e adulta tem uma vida semi-independente. Embora possa não atingir níveis avançados de escolaridade pode trabalhar em diversas outras funções, de acordo com seu nível intelectual. Ela pode praticar esportes, viajar, frequentar festas, etc.</p>
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		<title>Laptop. Papel eletrônico</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 05:38:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[laptop]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel eletrônico (em inglês: eletronic paper, ou simplemente e-paper), é o termo que designa tecnologias que procuram imitar o papel convencional com uma impressão eletrônica de textos e imagens, que podem ser apagadas ou alteradas a qualquer momento sem necessidade de um novo papel.
Inicialmente é preciso explicar como funciona a tecnologia. O princípio é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <b>papel eletrônico</b> <a href="http://www2.medizing.com" title="(em">(em</a> inglês: <b>eletronic paper</b>, ou simplemente <b>e-paper</b>), é o termo que designa tecnologias que procuram imitar o papel convencional com uma impressão eletrônica de textos e imagens, que podem ser apagadas ou alteradas a qualquer momento sem necessidade de um novo papel.<br />
Inicialmente é preciso explicar como funciona a tecnologia. O princípio é basicamente simples: o papel é constituído de um sanduíche de camadas transparentes e microesferas nas três cores básicas do sistema CMYK. A impressão funciona de modo análogo à impressão de fotocópias. Uma imagem &#8220;virtual elétrica&#8221; é formada em toners e, de acordo com a distribuição destas pelo toner, ocorre o giro e a recombinação das esferas no interior o e-paper, formando novas imagens. Sistemas mais avançados dispensam uso de toners e máquinas de impressão, sendo possível a alteração das imagens por meio de uma conexão USB em qualquer computador. Para o futuro, planeja-se, a conexão wireless, deste modo passaria a existir um tipo de device tão fino quanto o papel com a conectividade de um laptop.
</p>
<p><a name="Vantagens"></a><b> Vantagens </b></p>
<p>De acordo com projeções da OMC (Organização Mundial do Comércio) as reservas de papel disponíveis no mundo (Plantações de árvores das quais é extraída a celulose) só teriam garantias até o ano 2040. Ou seja, já deveriam existir políticas que reduzissem o uso de papel. Com a popularização dos computadores , o consumo de papel, ao contrário do que se poderia imaginar, aumentou drasticamente tanto em empresas quanto em residências e escolas. O e-paper, parece uma alternativa interessante para determinados usos do papel, onde este por exemplo, é descartado após a utilização. A impressão de jornais e semanais, só para citar um exemplo, poderia se utilizar desta tecnologia. A atualização dos exemplares de daria por conexão com pontos de internet ou por redes sem fio. Um dado importante: 70% dos custos de produção de um jornal se devem à compra dos rolos de papel e gastos com a distribuição física de exemplares.
</p>
<p><a name="Usos"></a><b> Usos </b></p>
<p>Já está em estudo um conjunto de aplicações e utilidades para o e-paper. O papel eletrônico pode inaugurar uma nova geração de telas e ecrãs para televisores e computadores. Ao contrário dos displays atuais, o e-paper não emite luz. Ele funciona como refletor de luz, assim como o papel comum. O resultado disso é um maior conforto visual de quem utiliza a tecnologia. Celulares (telefones móveis), notebooks, laptops, televisores e até relógios e roupas podem incorporar a nova tecnologia.</p>
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		<title>Laptop. Telecomunicações Móveis Nacionais, SA</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 03:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Telecomunicações Móveis Nacionais, SA mais conhecida por TMN é uma empresa portuguesa de telefones móveis do grupo Portugal Telecom. Os seus dois dígitos iniciais de um número de telemóvel são 96. Dispõe de vários tarifários, entre eles Mimo, Pako, + Perto, VIP&#8217;s e Leve, e disponibiliza também equipamento e serviços de acesso à Internet, sobretudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<b>Telecomunicações Móveis Nacionais, SA</b> mais conhecida por <b>TMN</b> é uma empresa portuguesa de telefones móveis do grupo Portugal Telecom. Os seus dois dígitos iniciais de um número de telemóvel são 96. Dispõe de vários tarifários, entre eles Mimo, Pako, + Perto, VIP&#8217;s e Leve, e disponibiliza também equipamento e serviços de acesso à Internet, sobretudo para computadores portáteis.
</p>
<p>É a maior empresa de comunicações móveis de Portugal com mais de 5 milhões de clientes (sem nunca fazer limpeza das bases de dados).
</p>
<p>A TMN foi a primeira operadora do mundo a introduzir o conceito de cartões pré-pagos, ou seja, pagar as comunicações antes de estas serem feitas. A despesa vai sendo liquidada à medida das comunicações que se realizam (Voz, SMS, MMS, UMTS, etc.) tornando mais simples e coeso os processos de pagamento sem ter de recorrer às facuras - embora a TMN também disponibiliza este método de pagamente (pós-pago).
</p>
<p>A <b>TMN</b> foi das primeiras operadoras móveis a disponibilizar serviços 3G aos seus clientes, dando a possibilidade de os utilizadores efectuarem videochamadas entre si e de beneficiarem de acesso à Internet a <a href="http://www2.medizing.com" title="velocidades">velocidades</a> muito superiores nos seus telemóveis no continente.
</p>
<p>Actualmente, a <b>TMN</b> é pioneira ao lançar o primeiro telemóvel de 3,5G em Portugal e em todo o mundo, o <i>Samsung Z 560</i>, o que oferece aos seus clientes ainda maiores velocidades de acesso à Internet, dando a possibilidade de se aceder a mais e melhores serviços, entre eles a tão esperada Mobile TV, com a transmissão de 21 canais em directo. O Algarve é das primeiras regiões portuguesas a dispor de rede 3,5G, rede essa que vai ser instalada gradualmente por todo o país.
</p>
<p>Tal como todas as outras redes do mundo a TMN também disponibiliza os serviços de roaming.
</p>
<p>Com o crescer da concorrência e modernização <a href="http://www2.medizing.com" title="dos">dos</a> produtos, a TMN tem vindo a mudar o seu slogan (de &#8220;Mais perto do que é importante&#8221; a &#8220;Até já&#8221;) e o seu logótipo.
</p>
<p>Pela sua liderança, tem várias atitudes monopolistas que se destacam no preço dos seus serviços.
</p>
<p>Actualmente está com a nova política do grupo, substituindo a empresa como o centro das atenções, pelo cliente, uma vez que a Vodafone, sua maior concorrente, está a ganhar clientes e a TMN a perdê-los. Isto falando de cartões activos com taxações nos últimos 90 dias. Já que a TMN não faz limpeza das bases de dados ao contrário do que anuncia.</p>
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		</item>
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		<title>Laptop. Hardware de rede Artisoft</title>
		<link>http://todos.laptopadora.com/laptop-hardware-de-rede-artisoft-40/2382/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 01:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Artisoft]]></category>

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Da mesma forma que a Novell ajudou a popularizar os adaptadores de rede Ethernet vendendo sua própria linha de produtos, houve uma época em que a fabricante da LANtastic também produziu seus próprios cabos, hubs e adaptadores (fabricados pela Eagle Technology, adquirida pela Artisoft em Janeiro de 1994 e vendida um ano depois para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Da mesma forma que a Novell ajudou a popularizar os adaptadores de rede Ethernet vendendo sua própria linha de produtos, houve uma época em que a fabricante da LANtastic também produziu seus próprios cabos, hubs e adaptadores (fabricados pela <i>Eagle Technology</i>, adquirida pela Artisoft em Janeiro de 1994 e vendida um ano depois para a <i>Microdyne Corporation</i>). Eles começaram com uma linha de placas de rede de 8 bits (soquete ISA) que rodava a apenas 2 Mbps (megabits por segundo), contra 10 Mbps de um adaptador Ethernet comum, e só eram compatíveis com a própria LANtastic.
</p>
<p><a name="Artisoft_2Mbps_Network_Adapter"></a><b>Artisoft 2Mbps Network Adapter</b></p>
<p>O <i>Artisoft 2Mbps Network Adapter</i> foi produzido em três versões:
</p>
<ul>
<li> O2MBPS - 2 Mbps (original)
</li>
<li> E2MBPS - 2 Mbps Enhanced (possuía um &#8220;DIP switch&#8221; com quatro chaves para configuração e a possibilidade de incluir uma &#8220;placa-filha&#8221; com uma ROM de boot remoto ou memória RAM adicional)
</li>
<li> 2 Mbps ASIC (&#8221;Application Specific Integrated Circuitry&#8221;)
</li>
</ul>
<p>Em comum, as três versões possuíam duas portas DB9 (macho e fêmea) e usavam cabos blindados de par trançado. A configuração de rede mais comum era em &#8220;daisy chain&#8221; ou topologia &#8220;bus&#8221;, sendo que o cabo ligava um conector macho a porta fêmea no próximo adaptador da cadeia. O terminador de rede era um plug DB9 com um resistor de 100 Ohm ligando os pinos 3 e 4, e outro resistor de 100 Ohm ligando os pinos 7 <a href="http://www2.medizing.com" title="e">e</a> 8.
</p>
<p>A Artisoft recomendava o uso do seu cabo blindado exclusivo para as conexões, o qual permitia atingir, segundo sua documentação, uma distância máxima de quase 64 metros entre estações da rede.
</p>
<p><a name="Hub_Artisoft"></a><b>Hub Artisoft</b></p>
<p>Um hub de 12 portas, projectado especificamente para conectar estações de trabalho LANtastic usando adaptadores de 2 Mbps.
</p>
<p><a name="Simply_LANtastic_Ethernet_Adapter_.28ISA.29"></a><b>Simply LANtastic Ethernet Adapter (ISA)</b></p>
<p>Adaptador Ethernet de 8 bits para uso doméstico, o qual sacrificava a performance em nome da facilidade de uso: os cabos (com extensão máxima entre estações de 8,5 m) eram conectados no adaptador através de tomadas (&#8221;mini-jack&#8221;) semelhantes aos de aparelhos de áudio. Não havia a necessidade de um terminador de rede.
</p>
<p><a name="Simply_Parallel_Adapter"></a><b>Simply Parallel Adapter</b></p>
<p>Uma porta Ethernet paralela, que eliminava a necessidade de abrir o computador para inserir uma placa de rede. Radicalizava o conceito do <i>Simply Ethernet Adapter</i>, com cabos e conectores de áudio, e fazendo rede e impressora compartilharem a mesma porta (o que nem sempre funcionava de modo pacífico - algumas impressoras se recusavam a funcionar nesse sistema).
</p>
<p><a name="S.C3.A9rie_AE_.28Adaptadores_AE-1.2FT.2C_AE-2.2C_AE-2.2FT_e_AE-3.29"></a><b>Série AE (Adaptadores AE-1/T, AE-2, AE-2/T e AE-3)</b></p>
<p>Placas de rede Ethernet de 16 bits, configuráveis através de &#8220;jumpers&#8221; e compatíveis a nível de registro com as NE2000. Ostentavam 16 Kb de RAM &#8220;on-board&#8221; para buffer do tráfego de rede, expansíveis para 64 Kb. Podiam ser usadas como placas Ethernet comuns em qualquer rede (ou seja, não possuíam arquitetura proprietária). A principal diferença entre os três modelos era o conector (e tipo de cabeamento suportado) em cada uma delas:
</p>
<ul>
<li> AE-1/T - conector RJ45 (cabo de par trançado não-blindado)
</li>
<li> AE2 - conectores DB15 (cabo &#8220;Thicknet&#8221;) e BNC (cabo coaxial)
</li>
<li> AE-2/T - conectores RJ45 e DB15
</li>
<li> AE-3 - conectores RJ45, DB15 e BNC
</li>
</ul>
<p><a name="Adaptadores_NodeRunner_2000_e_NodeRunner_2000SI"></a><b>Adaptadores NodeRunner 2000 e NodeRunner 2000SI</b></p>
<p>Placas de rede Ethernet de 16 bits, que utilizavam um chip ASIC (&#8221;Alice&#8221;) para acelerar o processamento dos sinais. As NR2000 foram projectadas para uso em redes LANtastic versão 5.0 ou anteriores, enquanto as NR2000SI funcionavam com redes de outros fabricantes e com a LANtastic versão 6.0 (mas não com versões anteriores). As SIs originais podiam ser identificadas por um adesivo amarelo ou vermelho preso na parte externa do espelho da placa, enquanto as 2000 originais possuíam um adesivo branco no mesmo local.
</p>
<p><a name="Hardware_de_16_bits_.28MicroChannel.29"></a><b>Hardware de 16 bits (MicroChannel)</b></p>
<p>A Artisoft criou versões de seus adaptadores de rede para o padrão proprietário MicroChannel (MCA), utilizado nos modelos IBM PS/2. Os modelos fabricados eram das séries AE, A2MBPS e NodeRunner, e foram projectados para uso exclusivo em redes LANtastic.
</p>
<p><a name="Boot_PROM"></a><b>Boot PROM</b></p>
<p>Chip inserido numa interface de rede para permitir boot remoto. Era usado em estações de trabalho &#8220;diskless&#8221; (sem drive de disquete nem disco rígido), para inicializar o sistema via rede, através de um servidor remoto.
</p>
<p><a name="Hub_T-Runner_I"></a><b>Hub T-Runner I</b></p>
<p>Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 12 portas (RJ-45).
</p>
<p><a name="Hub_T-Runner_II"></a><b>Hub T-Runner II</b></p>
<p>Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 16 portas (RJ-45).
</p>
<p><a name="Peer_Hub"></a><b>Peer Hub</b></p>
<p>Hub dinâmico 10baseT para inserção no computador, como se fosse um adaptador de rede. Dotado de cinco portas externas RJ-45 e duas internas (usadas para conexão com outros adaptadores das séries AE/T e NR2000 instaladas no mesmo computador), era oferecido como uma alternativa aos hubs externos. Até quatro <i>Peer Hubs</i> podiam ser instalados numa mesma máquina.
</p>
<p><a name="Central_Station_I_e_II"></a><b>Central Station I e II</b></p>
<p>Módulo independente de conexão para impressoras, modens e laptops numa rede LANtastic, evitando a compra de um computador especificamente para este fim. Possuía 2 portas seriais DB-9 bi-direcionais, uma porta auxiliar DB-9 para protocolo XON/XOFF (somente no <i>Central Station II</i>), uma porta paralela DB-25 para conexão de impressoras, outra porta paralela DB-25 para conexão de mais uma impressora ou laptop (somente no <i>Central Station II</i>). O <i>Central Station</i> não era compatível com máquinas rodando LANtastic para Windows 95 e nem dava suporte para modens com taxas de transferência acima de 14.4 Kbps.
</p>
<p><a name="LANtastic_Sounding_Board_.28Voice_Adapter.29"></a><b>LANtastic Sounding Board (Voice Adapter)</b></p>
<p>Placa de som de 8 bits (ISA), desenvolvida pela Artisoft (originalmente sob o nome <i>Voice Adapter</i>), especificamente para gravar e reproduzir mensagens de voz através de uma rede LANtastic. Em ambiente Windows, podia gravar sons em seu formato nativo MULAW ou no WAVE do Windows. Foi comercializada como parte do pacote <i>Artisoft Net Media</i>, que teve vida breve.</p>
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		<title>Laptop. Distribuição Linux</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 22:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
GNU/Linux é um sistema operacional baseado em software livre. Uma Distribuição Linux (ou simplesmente distro) é composta do kernel do Linux e mais uma série de aplicativos com vários propósitos. Muitas pessoas e empresas ao redor do mundo criam e distribuem - gratuitamente ou cobrando por isso - suas distros. Algumas distribuições são maiores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
GNU/Linux é um sistema operacional baseado em software livre. Uma <b>Distribuição Linux</b> (ou simplesmente <i>distro</i>) é composta do kernel do Linux e mais uma série de aplicativos com vários propósitos. Muitas pessoas e empresas ao redor do mundo criam e distribuem - gratuitamente ou cobrando por isso - suas distros. Algumas distribuições são maiores que outras, cujos tamanhos podem variar desde um disquete a vários DVDs, passando por pen drives, CDs e mini CDs.
</p>
<p>Cada distro tem o seu propósito. Podem ser feitas especificamente para computadores desktops, laptops, <a href="http://www2.medizing.com" title="servidores">servidores</a> de redes, servidores de aplicações, servidores de banco de dados, handhelds, telefones celulares e outros.
</p>
<p>Das inúmeras distribuições existentes as de maior destaque são a Red Hat, SuSE, Mandriva, Debian, Fedora Core, Ubuntu Linux, dentre outras.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Laptop. Windows XP</title>
		<link>http://todos.laptopadora.com/laptop-windows-xp-28/2380/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 21:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
O Windows XP (oficialmente, Windows 5.1) é um sistema operacional produzido pela Microsoft para uso em todos os tipos de computadores, incluindo computadores residenciais e de escritórios, notebooks, midia centers e ainda Tablet PCs. As letras XP derivam da palavra eXPerience, experiência em inglês. O seu nome de código era Whistler, o nome de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
O <b>Windows XP</b> (oficialmente, <b>Windows 5.1</b>) é um sistema operacional produzido pela Microsoft para uso em todos os tipos de computadores, incluindo computadores residenciais e de escritórios, notebooks, midia centers e ainda Tablet PCs. As letras <i>XP</i> derivam da palavra <i>e<b>XP</b>erience</i>, <i>experiência</i> em inglês. O seu nome de código era <b>Whistler</b>, o nome de um resort no Canadá, o <i>Whistler Blackcomb</i>, na qual os desenvolvedores do sistema passaram um tempo. O Windows XP une a facilidade de uso do Windows ME com a estabilidade do Windows 2000, e é o primeiro sistema operacional para consumidores construido em uma arquitetura e kernel totalmente novos. O Windows XP foi lançado em 25 de Outubro de 2001 e possui 400 milhões de cópias em uso atualmente, de acordo com a estimativa da IDC Analyst. Foi substituido pelo Windows Vista lançado em testes no dia 8 de Novembro de 2006 e vendido aos usuários no dia 30 de Janeiro de 2007. Estimativas indicam que irá demorar de 5 à 7 anos para que o Vista atinja a marca de cópias vendidas do XP.
</p>
<p>As duas edições iniciais do Windows XP são o <b>Windows XP Home Edition</b>, para usuários domésticos, e o <b>Windows XP Professional Edition</b>, com recursos adicionais como o <i>Domínio de Servidor do Windows</i> e a utilização de 2 processadores além de ser designado a usuários experientes e empresas. No <b>Windows XP Media Center Edition</b> foram incluídos recursos adicionais de multimídia, como a possibilidade de gravar e assistir programas de televisão, ver filmes de DVD e ouvir música. O <b>Windows XP Tablet PC Edition</b> foi designado para rodar nas plataformas Tablet PC. Duas versões foram lançadas separadamente para computadores com processadores 64 bits, foram o Windows XP 64-bit Edition para processadores Itanium e o <b>Windows XP Professional x64 Edition</b> para processadores x86-64, em 2005 foi lançado, o <b>Windows XP Starter Edition</b> que é uma versão reduzida do sistema operacional da Microsoft, para tentar combater a pirataria e se tornar mais atrativo financeiramente.
</p>
<p>O Windows XP tem melhor estabilidade e eficiência, comparado às outras versões do Windows. Uma diferença significante foi a da interface gráfica ter mudado do padrão cinza para um azul fosco. Esta é a primeira versão do Windows a usar um programa de validação de produto para combater a pirataria de software na qual foram barradas muitas atualizações a Windows não-originais. O Windows XP foi muito criticado por usuários devido a sua enorme lista de vulnerabilidades de segurança, as várias falhas do navegador Internet Explorer e do Windows Media Player, mas também foi muito elogiado por ser um dos sistemas mais bonitos e estaveis.
</p>
<p>O Windows XP começou a ser desenvolvido em 1999, quando a Microsoft iniciou o projeto do Windows Neptune (Netuno), o que viria a ser a versão Home Edition do Windows 2000. O projeto foi cancelado e então se iniciou o projeto Whistler, do Windows XP. Muitas idéias do Neptune e do Odyssey (outra versão do Windows também cancelada) foram usadas no Windows XP.
</p>
<p><a name="Edi.C3.A7.C3.B5es"></a><b>Edições</b></p>
<p>As duas maiores versões do XP são a Home Edition, para usuários domésticos e a Professional, designada para empresas e usuários avançados. Outras derivações do Windows XP incluiam peças de Hardware limitadas e versões  com recursos limitados vendidas na Europa e desenvolvidas para serem mais baratas.
</p>
<p>O Windows XP Professional oferece um número maior de recursos em comparação com o Home Edition, incluindo:
</p>
<ul>
<li> A habilidade de poder usufruir do <i>Domínio de Servidor do Windows</i>, grupos de computadores que eram controlados remotamente por um ou mais servidores centrais.
</li>
<li>Uma sofisticada lista de Controle de Acesso, na qual podia se especificar o uso de programas no computador usado para todos os usuários em circunstâncias normais. Os usuários usam outras ferramentas no Windows Explorer, ou reiniciam o computador em Modo de Segurança para modificar o acesso das listas de controle.
</li>
<li>Servidor de Acesso Remoto, com a permissão de o usuário se conectar ao seu Windows por outro sendo este também o XP, na qual ele usaria a rede local ou a internet.
</li>
<li>Pastas e arquivos offline, com a permissão automática de o PC restaurar e copiar para uma rede de computadores e trabalhar com ele desconectado da rede.
</li>
<li>Sistema de Encriptação de Arquivos;
</li>
<li>Serviços de Informação de Internet (IIS), servidores HTTP e FTP da Microsoft.
</li>
<li>Suporte a duas unidades de processamento único (CPU).
</li>
</ul>
<p><a name="Windows_XP_com_hardware_diferenciado"></a><b>Windows XP com hardware diferenciado</b></p>
<p>A Microsoft modificou o Windows XP para diferentes mercados. Cinco diferentes versões do XP foram desenvolvidas, duas somente para processadores 64 bits.
</p>
<dl>
<dt>Windows XP 64-bit Edition
</dt>
</dl>
<p>Essa versão foi especificamente designada para estações de trabalho Itanium. Essa versão foi descontinuada em 2005, após a HP, a última distribuidora desse tipo de sistema parar de vendê-los ao mercado de estações de trabalho.
</p>
<dl>
<dt>Windows XP Professional x64 Edition
</dt>
</dl>
<p>Não confunda com a versão anterior de 64-bit do XP, essa versão é baseada no Windows Server 2003 e suporta extensões x86-64 da arquitetura IA-32 da Intel. x86-64 é implementado pela AMD como &#8220;AMD64&#8243;, encontrados nos chips Opteron e Athlon 64 e implantado pela Intel como &#8220;Intel64&#8243;, encontrado nos processadores Pentium 4.
</p>
<dl>
<dt>Windows XP Media Center Edition
</dt>
</dl>
<p>Essa versão é designada para PC&#8217;s de centrais de mídia.Originalmente era  designada com uma certa quantia de computadores. Em 2003 o Media Center Edition foi atualizada como &#8220;Windows XP Media Center Edition 2003&#8243; com recursos adicionais como sintonização FM. Duas atualizações ocorreram, uma em 2004 e outra em 2005, quando a primeira versão foi lançada para Desenvolvedores de Sistemas.
</p>
<dl>
<dt>Windows XP Tablet PC Edition
</dt>
</dl>
<p>Especialmente designada para notebook/laptop chamado de Tablet PC, com tela sensível ao toque e outros recursos de telefonia portátil.
</p>
<dl>
<dt>Windows XP Embedded
</dt>
</dl>
<p>Versão especificada para consumidores eletrônicos, video-games, e Protocolo de Voz por Internet (VoIP).
</p>
<dl>
<dt>Windows Fundamentals for Legacy PCs
</dt>
</dl>
<p>Uma versão modificada do Windows XP, para rodar em máquinas mais antigas, mas com os mesmos recursos do XP Service Pack 2.
</p>
<p><a name="Windows_XP_Starter_Edition"></a><b>Windows XP Starter Edition</b></p>
<p>O Windows XP Starter Edition é uma versão de baixo custo do Windows XP avaliada para países em desenvolvimento como Tailândia, Turquia, Malásia, Indonésia, Rússia, Índia, Colômbia, Brasil, Argentina, Peru, Bolívia, Chile, México, Equador, Uruguai e Venezuela. Ele é muito similar ao Windows XP Home, mas está limitado com hardware específico, e só pode rodar 3 programas em 3 janelas por vez e outros recursos foram removidos ou desativados por padrão.
</p>
<p>O acordo da Microsoft para lançar o Starter Edition é &#8220;uma introdução ao sistema operacional Windows XP de baixo custo designada primeiramente para Desktops de usuários em países emergentes.
</p>
<p><a name="Caracter.C3.ADsticas"></a><b>Características</b></p>
<p>O Starter Edition inclui alguns recursos especiais para mercados aonde os consumidores não possuíam computador. Essa versão do XP é a mais básica, vindo a usar o padrão cinza dos Windows anteriores a ele. Muitos recursos como screensavers, efeitos de vídeo e outros foram removidos.
</p>
<p>Muitas limitações foram incluidas nesse Windows para se distanciar das outras versões do XP. Somente três aplicações podem rodar no Starter Edition além de que só se pode abrir três janelas ao mesmo tempo. A resolução máxima da tela é 1024&#215;768 e não suporta grupos de rede ou domínios. Também o Starter Edition está licenciado para trabalhar com processadores de baixo custo, como os Intel Celeron, e o AMD Duron. O limite da memória RAM é de 256 MB e o HD tem que ser no máximo de 80 GB.
</p>
<p>Em 11 de Outubro de 2006, a Microsoft anunciou que foram vendidas 1,000,000 de unidades do Windows XP Starter Edition. Mas no mercado de varejo ele não obteve muito sucesso. Em muitos pontos de venda, foram encontradas muitas versões piratas do sistema.
</p>
<p><a name="Windows_XP_Edition_N"></a><b>Windows XP Edition N</b></p>
<p>Em Março de 2004, a Comissão Européia multou a Microsoft em € 497 milhões ($603 milhões de dólares) e ordenou à companhia que providênciasse as versões do Windows sem o Windows Media Player. A comissão concluiu que a Microsoft estava desrespeitando uma lei muito severa da União Européia que a acusava de estar monopolizando o mercado de vendas de sistemas operacionais  para grupos de trabalhos, sistemas operacionais de servidores e mídia players. A Microsoft tentou apelar para a decisão, mas algum tempo depois lançou uma versão do Windows XP sem o Windows Media Player instalado para encorajar os usuários a usarem e baixarem outros mídia players. A Microsoft chamou esta versão de <i>Reduced Media Edition</i>, porém a UE  sugeriu o nome <i>Edition N</i>, com o <i>N</i> significando &#8220;sem o Windows Media Player&#8221; para as versões Home e Professional do XP. Dois fatos  incluíram a venda de Windows XP&#8217;s com o Media Player incluido, Dell, HP, Lenovo e Fujitsu - Siemens tiveram todo o estoque apreendido. Entretando a Dell comercializou essa versão normal por pouco tempo. Consumidores interessados pelo baixo preço, com 1500 unidades devolvidas aos vendedores, foram vendidas aos consumidores.
</p>
<p><a name="Recursos_novos_e_atualizados"></a><b>Recursos novos e atualizados</b></p>
<p>O Windows XP veio com uma gama de recursos muito maior do que os sistemas anteriores, incluindo:
</p>
<ul>
<li>Sequências rápidas de iniciação e hibernação;
</li>
<li>A capacidade do sistema operacional desconectar um dispositivo externo sem a necessidade de reiniciar o computador.
</li>
<li>Uma nova interface de uso mais fácil, incluindo ferramentas para desenvolver temas de escritórios.
</li>
<li>Uma habilidade de alternância de contas de usuários, na qual quem está logado pode alternar em outra conta sem perder os arquivos.
</li>
<li>O <i>Clear Type</i> é um mecanismo para dar realce e sombras a um texto, é  especificamente adotado para monitores de LCD.
</li>
<li>A funcionalidade da <i>Assistência Remota</i>, com a permissão de usuários se conectarem ao seu XP pela rede de internet e acessar seus arquivos e imprimi-los, executar aplicações e outros.
</li>
<li>Suporte para rede DSL e Wireless.
</li>
</ul>
<p><a name="Interface"></a><b>Interface</b></p>
<p>O Windows XP conta com uma nova interface gráfica.<br />
O Menu Iniciar e o campo de Pesquisa foram redesenhados e muitos efeitos visuais foram adicionados, incluindo:
</p>
<ul>
<li>Um retângulo azul translúcido no Explorer;
</li>
<li>Uma marca d&#8217;água gráfica com os ícones das pastas, indicando o tipo de informação contida naquela pasta.
</li>
<li>Novas camadas de efeitos para a Desktop.
</li>
<li>A habilidade de travar a taskbar e outras barras de ferramentas para prevenir acidentais desconfigurações.
</li>
<li>A fixação no Menu Iniciar, dos últimos e mais usados programas;
</li>
</ul>
<p><a name="Sistema_requerido"></a><b>Sistema requerido</b></p>
<p>Segue abaixo a lista do sistema requerido para se rodar o Windows XP Home Edition e o Professional Edition;
</p>
<div align="center">
<table cellpadding="3" cellspacing="0">
<tr>
<th>
</th>
<th> Minimo
</th>
<th> Recomendado
</th>
</tr>
<tr>
<th> Processador
</th>
<td> 233&nbsp;MHz </td>
<td> 300&nbsp;MHz ou maior
</td>
</tr>
<tr>
<th> Memoria
</th>
<td> 64&nbsp;MB RAM (performace e outros recursos limitados</td>
<td> 256&nbsp;MB RAM ou maior
</td>
</tr>
<tr>
<th> Adaptador de Vídeo e Monitor
</th>
<td> Super VGA (800 x 600) </td>
<td> Super VGA (800 x 600) ou resolução maior
</td>
</tr>
<tr>
<th> Espaço livre no HD
</th>
<td> 1.5&nbsp;GB </td>
<td> 1.5&nbsp;GB ou mais
</td>
</tr>
<tr>
<th> Drives
</th>
<td> CD-ROM </td>
<td> CD-ROM
</td>
</tr>
<tr>
<th> Controles
</th>
<td>Teclado e Mouse </td>
<td> Teclado e mouse
</td>
</tr>
<tr>
<th> Outros
</th>
<td> Placa de Som, Auto-falantes </td>
<td> Placa de Som, Auto-falantes
</td>
</tr>
</table>
</div>
<p><a name="Suporte_e_Service_Packs"></a><b>Suporte e Service Packs</b></p>
<p>A Microsoft ocasionalmente lançou service packs para estas versões do Windows para corrigir problemas e adicionar novos recursos.
</p>
<p><a name="Service_Pack_1"></a><b>Service Pack 1</b></p>
<p>O Service Pack 1 (SP1) do Windows XP, foi lançado em 9 de Setembro de  2002. Os recursos mais notados foram o suporte a USB 2.0 e o <i>Definir Acesso e Padrões do Programa</i>. Primeiramente os usuários especificavam qual browser e qual mensageiro instatâneo eles usariam, com acesso aos programas da Microsoft. O Service Pack 1a foi lançado ultimamente para remover o Microsoft Java Virtual Machine de acordo com <a href="http://www2.medizing.com" title="a">a</a> Sun Microsystems.
</p>
<p>O suporte do Service Pack 1 e Service Pack 1a acabaram em 10 de Outubro de 2006.
</p>
<p><a name="Service_Pack_2"></a><b>Service Pack 2</b></p>
<p>O Service Pack 2 (SP2) (de nome de código &#8220;Springboard&#8221;) foi lançado no dia 6 de Agosto de 2004, após detalhes severos, com ênfase na segurança. Anteriormente como nos outros service packs, o SP2 adicionou novas funcionalidades ao Windows XP, incluindo a instalação de um firewall, suporte à rede Wi-Fi com guia de introdução, bloqueador  de pop-up no Internet Explorer, e suporte ao Bluetooth. Um dos maiores recursos de segurança adicionados foi o Windows Firewall que estava ativado por padrão, proteção avançada na memória e uma tecnologia chamada de NX Bit para proteger o processador de mais ataques virtuais; Além disso foi lançada a Central de Segurança do Windows um pacote de proteção que incluia o Firewall do Windows, a conexão com as atualizações automáticas e um anti-vírus que deveria ser instalado a parte.
</p>
<p>Também o Windows Movie Maker 2 com uma nova interface, efeitos de vídeo e opções foram incorporadas ao programa.
</p>
<p><a name="Service_Pack_3"></a><b>Service Pack 3</b></p>
<p>O <b>Microsoft Windows XP Service Pack 3</b> (SP3) começou a ser desenvolvido em Março de 2007, no site da Microsoft indicava-se &#8220;primeiro lançamento&#8221; marcado para 2008.
</p>
<p>Há muita expectativa para o <b>Service Pack 3</b>, pois a Microsoft anunciou que irá mudar a aparência do <b>Windows XP</b>, para torná-lo parecido com o Windows Vista, ou seja, irá adicionar um tema de cores pretas para tornar o XP mais parecido com o Vista , esta versão é chamada popularmente de &#8220;Black Edition&#8221;.
</p>
<p>O <b>Service Pack 3</b> trará também, mudanças no Microsoft Windows Media Player, e no Windows Internet Explorer. Baboo - Mais detalhes sobre o Windows XP Service Pack 3, e também a possibilidade de inserir a chave do produto no final da instalação (tornando mais ágil a instalação do Windows XP) e a presença do NAP (Network Access Protection), existente no Windows Vista. Baboo - Novidades sobre o SP3 do Windows XP
</p>
<p><a name="Calend.C3.A1rio_de_Desenvolvimento"></a><b>Calendário de Desenvolvimento</b></p>
<p>O calendário do desenvolvimento do SP3 inclui um beta público durante o mês de setembro de 2007, novas versões betas no final do ano, e a versão final (RTM) para o primeiro semestre de 2008. Baboo - Novidades sobre o SP3 do Windows XP
</p>
<p><a name="Ciclo_de_Vida_do_Produto"></a><b>Ciclo de Vida do Produto</b></p>
<p>O Suporte Técnico do Windows XP Service Pack 2 acabará 4 anos após o seu lançamento. O Windows XP estará disponível no mercado por um período de 12 á 24 meses após o lançamento do Windows Vista. Em 14 de Abril de 2009, o Windows XP entrará no período de &#8220;Suporte Extendido&#8221;, indo até o ano de 2014. O Windows XP sem Service Pack 2 se encontra sem suporte na qual a Microsoft já expediu suas datas de encerramento:
</p>
<ul>
<li>Windows XP RTM, sem Service Pack, finalizou o suporte dia 30 de Setembro de 2004.
</li>
<li>Windows XP Service Pack 1 terminou o suporte em 10 de Outubro de 2006.
</li>
</ul>
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		<title>Laptop. Sons cardíacos</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 19:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sons do coração são os barulhos (som) gerados pelo coração que bate e resultam do fluxo de sangue que passa por ele. Na auscultação cardíaca, o examinador usa um estetoscópio para escutar estes sons, que proporcionam uma informação importante sobre a condição do coração.

Em adultos saudáveis, existem dois sons do coração normais que ocorrem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os <b>sons do coração</b> são os barulhos (som) gerados pelo coração que bate e resultam do fluxo de sangue que passa por ele. Na auscultação cardíaca, o examinador usa um estetoscópio para escutar estes sons, que proporcionam uma informação importante sobre a condição do coração.
</p>
<p>Em adultos saudáveis, existem dois <b>sons do coração normais</b> que ocorrem em sequência com cada batida do coração. Eles são o <b>primeira bulha cardíaca</b> (B<sub>1</sub>) e o <b>segunda bulha cardíaca</b> (B<sub>2</sub>), produzidos pelo fechamento das valvas atrioventriculares e valvas semilunares respectivamente. Além destes sons normais, diversos outros sons podem estar presentes incluindo os <i>sopros cardíacos</i>, <i>sons adventíceos</i> ou <i>cliques</i>.
</p>
<p>Os sopros cardíacos são gerados por um fluxo turbulento do sangue, que pode ocorrer dentro ou fora do coração. Os sopros podem ser <i>fisiológicos</i> (benignos) ou <i>patológicos</i> (anormais). Os sopros anormais podem ser causados por uma estenose que restringe a abertura de uma valva cardíaca, causando turbulência ao fluxo sanguíneo que passa por ali.  A insuficiência da valva (ou <i>regurgitação</i>) permite o fluxo inverso do sangue quando a valva incompetente deveria estar fechada. Diferentes sopros são audíveis em diferentes partes do ciclo cardíaco, dependendo da causa do sopro.
</p>
<p><a name="Primeira_bulha_card.C3.ADaca_B1"></a><br />
<h3>Primeira bulha cardíaca B<sub>1</sub></h3>
<p>O primeiro som cardíaco, ou <b>B<sub>1</sub></b>, é causado por um bloqueio súbito do fluxo reverso do sangue devido ao fechamento das valvas atrioventriculares, valva mitral e valva tricúspide, no início da contração ventricular, ou sístole. Quando a pressão dos ventrículos se torna maior que a pressão nos átrios, o sangue que entrou nos ventrículos é empurrado em direção aos átrios, atingindo o folhetos das valvas, desta forma fechando as valvas e prevenindo a regurgitação do sangue dos ventrículos de volta aos átrios. O som <b>B<sub>1</sub></b> resulta da reverberação do sangue associada com o súbito bloqueio do fluxo reverso pelas valvas.
</p>
<p><a name="Segunda_bulha_card.C3.ADaca_B2_.28componentes_A2_e_P2.29"></a><br />
<h3>Segunda bulha cardíaca B<sub>2</sub> (componentes A<sub>2</sub> e P<sub>2</sub>)</h3>
<p>O segundo som cardíaco, ou <b>B<sub>2</sub></b>, é causado pelo bloqueio súbito do fluxo reverso do sangue devido ao fechamento da valva aórtica e valva pulmonar no final da sístole ventricular, ou seja, início da diástole ventricular. Como o ventrículo esquerdo se torna vazio, sua pressão se torna menor que a pressão da aorta, então o fluxo sanguíneo na aorta rapidamente muda de direção e se direciona para o ventrículo esquerdo, atingindo os folhetos da valva aórtica, o que provoca o fechamento da valva aórtica. Da mesma maneira, a pressão no interior do ventrículo direito se torna menor que a pressão na artéria pulmonar, fazendo com que a valva pulmonar se feche. O som <b>B<sub>2</sub></b> resulta da reverberação do sangue <a href="http://www2.medizing.com" title="associada">associada</a> com o súbito bloqueio do fluxo reverso pelas valvas.
</p>
<p><a name="Desdobramento_da_segunda_bulha_card.C3.ADaca"></a><b>Desdobramento da segunda bulha cardíaca</b></p>
<p>Durante a inspiração, a pressão intratorácica negativa causa um retorno sanguíneo aumentado no lado direito do coração, e, no entanto, uma lentidão no esvaziamento do lado esquerdo. O volume sanguíneo aumentado no ventrículo direito faz com que a valva pulmonar se mantenha aberta por mais tempo durante a sístole ventricular. Isso causa um atraso maior no componente P<sub>2</sub> da B<sub>2</sub> em relação ao componente A<sub>2</sub>. Durante a expiração, a pressão intratorácica positiva causa um retorno sanguíneo diminuído no lado direito do coração. O volume reduzido no ventrículo direito permite que a valva pulmonar se feche mais cedo no final da sístole ventricular, fazendo com que o P<sub>2</sub> ocorre mais cedo, e mais &#8220;próximo&#8221; ao A<sub>2</sub>. É fisiológico se escutar o &#8220;desdobramento&#8221; da segunda bulha cardíaca em pessoas jovens, durante a inspiração, no segundo e terceiro espaços intercostais esquerdos, perto da margem do esterno. Durante a expiração, o intervalo entre os dois componentes normalmente diminui e os dois componentes da B2 se tornam unidos.
</p>
<p><a name="Sons_card.C3.ADacos_acess.C3.B3rios"></a><b>Sons cardíacos acessórios</b></p>
<p>Os raros <b>sons cardíacos acessórios</b> são escutados tanto em situações normais quanto anormais.
</p>
<p><a name="Terceira_bulha_card.C3.ADaca_B3"></a><br />
<h3>Terceira bulha cardíaca B<sub>3</sub></h3>
<p>Raramente pode existir um terceiro som cardíaco S3. A terceira bulha cardíaca ou <b>som protodiastólico</b> não é de origem valvular, ocorrem no início da diástole logo após a B2. Este som ocorre quando o ventrículo esquerdo não está totalmente complacente, e até o início da diástole, o fluxo de sangue dentro do ventrículo esquerdo causa vibrações da valve leaflets e das cordas tendíneas.<br />
O terceiro som cardíaco é normal em crianças e adultos jovens, mas desaparece antes da meia idade. A reemergencia anormal desse som indica um estado patológico, podendo ser um sinaç de falência do ventrículo esquerdo como na insuficiencia cardíaca esquerda.
</p>
<p><a name="Quarta_bulha_card.C3.ADaca_B4"></a><br />
<h3>Quarta bulha cardíaca B<sub>4</sub></h3>
<p>O quarto e raro som cardíaco B4 é algumas vezes audível em crianças saudáveis, mas quando audíveis em adultos ele é chamado de <b>galope présistólico</b>. Este galope é um sinal de um estado patológico, usually a failing left ventricle. Este som ocorre logo após a contração atrial. The combined presence of S3 and S4 is a <b>quadruple gallop</b>. At rapid heart rates, S3 and S4 may merge to produce a <b>summation gallop</b>.
</p>
<table>
<tr>
<td colspan="2"><b>Graduações dos sopros</b>
</td>
</tr>
<tr>
<td> <b>Grau</b>
</td>
<td> <b>Descrição</b>
</td>
</tr>
<tr>
<td> Grau 1
</td>
<td> Muito silencioso, somente audível com o examinador concentrado. Pode não ser escutado em todas as posições.
</td>
</tr>
<tr>
<td> Grau 2
</td>
<td> Silencioso, mas audível assim que o estetoscópio for encostado no peito.
</td>
</tr>
<tr>
<td> Grau 3
</td>
<td> Moderamente intenso.
</td>
</tr>
<tr>
<td> Grau 4
</td>
<td> Intenso, com frêmito palpável.
</td>
</tr>
<tr>
<td> Grau 5
</td>
<td> Muito intenso, com frêmito. Pode ser audível quando o estetoscópios estiver parcialmente encostado no peito.
</td>
</tr>
<tr>
<td> Grau 6
</td>
<td> Muito intenso, com frêmito. Pode ser escutado com o estetoscópio completamente fora do tórax.
</td>
</tr>
</table>
<p><a name="Anatomia_de_superf.C3.ADcie"></a><b>Anatomia de superfície</b></p>
<p>The opening and closing of the valves is usually much less loud than the sound of the blood rushing through the valve and &#8220;colliding&#8221; with the subsequent barrier. Because of this, auscultation to determine function of a valve is usually not performed at the position of the valve, but at a downstream position where the listener can best hear the blood colliding after the valve is closed.
</p>
<ul>
<li> Valva pulmonar (para o tronco pulmonar): segundo espaço intercostal (esquerdo)
</li>
<li> Valva aórtica (para a aorta): primeiro espaço intercostal (direito)
</li>
<li> Valva mitral (para o ventrículo esquerdo): quinto espaço intercostal (esquerdo)
</li>
<li> Valva tricúspide (para o ventrículo direito): quarto espaço intercostal (esquerdo)
</li>
</ul>
<li> Patofisiologia
<ul>
<li> Estenose mitral
</li>
<li> Regurgitação mitral
</li>
<li> Estenose aórtica
</li>
<li> Insuficiência aórtica
</li>
<li> Pulmonic stenosis
</li>
<li> Pulmonic insufficiency
</li>
<li> Tricuspid stenosis
</li>
<li> Tricuspid insufficiency
</li>
</ul>
</li>
<li> Sopro cardíaco
</li>
<li> Benign paediatric heart murmur
</li>
<p><a name="Refer.C3.AAncias"></a><b> Referências </b></p>
<ol>
<li>  &#8220;The Cardiovascular System.&#8221; Bates, B.  A Guide to Physical Examination and History Taking.  9h  Ed. 2005.
</li>
</ol>
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		<title>Laptop. VJ</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 19:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[books]]></category>

		<category><![CDATA[laptop]]></category>

		<category><![CDATA[per]]></category>

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		<description><![CDATA[
VJ (pronuncia-se em inglês víi-djêi) ou vídeo jockey é a denominação geralmente dada aos profissionais responsáveis pela manipulação em tempo real de vídeos em eventos ao vivo ou programas de televisão, tendo estes vídeos como função, na maioria das ocasiões, a ilustração de músicas e a transmissão de sensações diversas para o público. Tendo como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<b>VJ</b> (pronuncia-se em inglês <i>víi-djêi</i>) ou <i>vídeo jockey</i> é a denominação geralmente dada aos profissionais responsáveis pela manipulação em tempo real de vídeos em eventos ao vivo ou programas de televisão, tendo estes vídeos como função, na maioria das ocasiões, a ilustração de músicas e a transmissão de sensações diversas para o público. Tendo como origem a videoarte, o vjing (pronuncia-se <i>víi-djáing</i>), que é o nome dado à profissão/atividade profissional dos manipuladores de vídeo em tempo real) usa elementos de vídeo puro e simples, videoarte, tv, videogame, cinema e uma infinidade de influências do meio audiovisual. O VJ pode utilizar até mesmo transmissões ao vivo do próprio evento (webcams, câmeras de segurança, câmeras da equipe de filmagem do evento) ou de qualquer outra parte do mundo (via satélite, dospositivos móveis - celular&#8230; - ou internet) para compor <a href="http://www2.medizing.com" title="experiências">experiências</a> sensoriais audiovisuais. Estas experiências são exibidas em telões de diversos tipos, tamanhos e tecnologias espalhados pelo evento.
</p>
<p>O VJ faz com vídeo o mesmo que o DJ faz com a música. O VJ pode ainda trabalhar sem usar o som ou qualquer outra trilha sonora. Por força de mercado, pode, eventualmente, trabalhar com áudio e vídeo.
</p>
<p>O VJ usa inúmeras ferramentas de trabalho. Desde um simples computador ou laptop/notebook conectado aos telões, a clusters, videogames (como o Playstation, X-BOX, Dreamcast e outros) e até mesmo celulares, estes últimos devidamente conectados a computadores, websites ou satélites, os quais captam seus comandos e transmitem para outros dispositivos reponsáveis pela mixagem dos vídeos.</p>
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		<title>Laptop. Koushiro Izumi</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 17:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Koushiro (Izzy) é um personagem do desenho animado Digimon. É um esperto garoto ruivo de 10 anos. Ele é um garoto muito especial e está sempre com seu laptop, o que o faz esquecer da realidade por alguns instantes.
Apesar de mostrar um temperamento calmo e amenizador, guarda muitas lembranças dolorosas, como ser adotado por parentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Koushiro (<b>Izzy</b>) é um personagem do desenho animado Digimon. É um esperto garoto ruivo de 10 anos. Ele é um garoto muito especial e está sempre com seu laptop, o que o faz esquecer da realidade por alguns instantes.<br />
Apesar de mostrar um temperamento calmo e amenizador, guarda muitas lembranças dolorosas, como ser adotado por parentes distantes, pois seus pais morreram quando ainda era um bebê.Para escapar(ou se esconder) da dor, passou a ficar trancado com seu computador, esquecendo de todas suas preocupações.Mas isso não faz dele um garoto triste ou frio, muito pelo contrário, ama muito seus pais adotivos e demonstra isso claramente.
</p>
<p>Ele é quem da conselhos e ajuda o grupo a prosseguir com menor perigo. Seu papel é muito importante, pois ele é quem descobre e desvenda a maior parte do que está a sua volta, ajudando o grupo em diversas situações.Apesar de seu jeito meio tímido ele é paciente e sempre defende seus amigos nas horas necessárias, e se mostra muito amável <a href="http://www2.medizing.com" title="a">a</a> todos. Também é muito curioso, o que o  faz cair em muitos problemas, do qual sempre alguém(normalmente tentomon) tem de ajuda-lo ou salva-lo, mas não que não saiba se virar, mas porque ele fica tão concentrado nos misterios que acaba se esquecendo dos perigos <a href="http://www2.medizing.com" title="alheios.">alheios.<br />
</a></p>
<p>Junto com Tentomon vive muitas aventuras, do qual sempre acaba aprendendo uma nova lição, como o valor da amizade e seu amor por quem o cerca.  Seu emblema é o da sabedoria.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Laptop. Mars Exploration Rovers</title>
		<link>http://todos.laptopadora.com/laptop-mars-exploration-rovers-30/2376/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://todos.laptopadora.com/laptop-mars-exploration-rovers-30/2376</guid>
		<description><![CDATA[ A missão Mars Exploration Rovers 
A missão Mars Exploration Rovers ou Veículos Exploradores de Marte, consiste no envio a Marte pela NASA, de dois pequenos veículos (rovers) geológicos gêmeos, equipados com diversos instrumentos modernos de exploração do meio ambiente, capazes de se locomover sozinhos em Marte, a fim de procurar respostas sobre a existência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a name="A_miss.C3.A3o_Mars_Exploration_Rovers"></a><b> A missão Mars Exploration Rovers </b></p>
<p>A missão <b>Mars Exploration Rovers</b> ou <b>Veículos Exploradores de Marte</b>, consiste no envio a Marte pela <b>NASA</b>, de dois pequenos veículos (<b>rovers</b>) geológicos gêmeos, equipados com diversos instrumentos modernos de exploração do meio ambiente, capazes de se locomover sozinhos em Marte, a fim de procurar respostas sobre a existência de água, no passado remoto de Marte.
</p>
<p>Cada veículo foi transportado em seu próprio foguete e pousaram na região equatorial de Marte, no espaço de alguns dias de diferença, um em cada lado do planeta.
</p>
<p>Os veículos (rovers) foram denominados de <b>Spirit</b> e <b>Opportunity</b>.
</p>
<p>O veículo Spirit foi lançado em 10 de junho de 2003 e o veículo Opportunity foi lançado em 7 de julho de 2003.
</p>
<p>Spirit pousou em Marte em 3 de Janeiro de 2004 e o Opportunity pousou em 24 de janeiro de 2004, horários UTC.
</p>
<p>A missão Mars Exploration Rover é parte do programa de exploração de Marte pela <b>NASA</b>, sob os cuidados do <b>Laboratório de Jato-propulsão - JPL</b> em um programa de longa duração para a <b>exploração robótica de Marte</b>.
</p>
<p><a name="Objetivos_da_miss.C3.A3o"></a><b> Objetivos da missão </b></p>
<p>O <b>principal objetivo</b> dos veículos é explorar as rochas e os solos de Marte a procura de indícios da existência de <b>água</b> em Marte.
</p>
<p>Os veículos pousaram em lados opostos de Marte em regiões que se supõe que tenham sido afetadas pela ação da água. Spirit pousou na região denominada de <b>Cratera de Gusev</b> , onde no seu interior, possivelmente tenha existido um lago.
</p>
<p>Opportunity pousou em uma região denominada de<b>Meridiani Planum</b>, onde aparentemente depósitos de minerais teriam sido formados devido a ação da água, como a hematita, sugere que a região teve um passado úmido.
</p>
<p>Após um pouso controlado com o auxílio de <b>airbags</b> e de <b>retrofoguetes</b>, cada veículo desceu de seu aterrizador e caminhou pelo solo de Marte, tirando diversas fotos.
</p>
<p>Os cientistas analisam estas fotos, escolhem as rochas e solos mais interessantes para serem geologicamente estudados e orientam os veículos a se dirigirem aos seus alvos de pesquisa.
</p>
<p>Globalmente as missões enviadas a Marte visam:
</p>
<dl>
<dd>
<ul>
<li> Determinar se houve vida no passado de Marte.
</li>
<li> Estudar o clima de Marte.
</li>
<li> Estudar a geologia de Marte.
</li>
<li> Preparar caminho para a exploração humana.
</li>
</ul>
</dd>
</dl>
<p><a name="In.C3.ADcio_do_programa_de_explora.C3.A7.C3.A3o_de_Marte"></a><b>Início do programa de exploração de Marte</b></p>
<p>A NASA já realizava em 1999, diversos testes com veículos exploradores no deserto de Mojave, pois o local se assemelha com as condições encontradas em Marte. Com o nome de <b>FIDO</b> (Field Integrated Design and Operations), foi construído um veículo protótipo que se movia sem a ajuda de controladores da Terra e que transportava um conjunto de instrumentos geológicos.
</p>
<p>Em 28 de julho de 2000, a NASA anuncia o plano de enviar um veículo a Marte para 2003 e deixa em aberto a possibilidade de um segundo veículo, também acompanhar o primeiro.
</p>
<p>Em 10 de agosto de 2000, a NASA anuncia a intenção de enviar dois veículos exploradores a Marte em 2003, com o nome de missão <b>Mars Exploration Rovers</b>, dando continuidade aos estudos iniciado pela missão Mars Pathfinder, que levou o mini-veículo Sojourner, a superfície de Marte em 1997.
</p>
<p>Site da NASA sobre a missão Mars Pathfinder
</p>
<p>A NASA posteriormente confirmou além do envio dos dois veículos, mais o lançamento de uma poderosa sonda orbital, a Mars Reconnaissance Orbiter para o ano de 2005.
</p>
<p><a name="Marte"></a><b> Marte </b></p>
<p><b>Características físicas:</b> Diâmetro médio de 6.780 km, metade do tamanho da Terra. Tem 1/10 da massa da Terra. Gravidade apenas 38% da força da gravidade da Terra. Não foi detectado nenhum grande campo magnético.
</p>
<p><b>Órbita:</b> É o quarto planeta que órbita o Sol. Esta 1,5 mais distantes do Sol que a Terra. Período de revolução de 687 dias terrestres. Período de rotação de 24 h, 39 min e 35 s. Pólos inclinados a 25º criando estações do ano semelhantes a da Terra.
</p>
<p><b>Meio ambiente:</b> Atmosfera composta de dióxido de carbono (95,3%), nitrogênio (2,7%) e argônio (1,6%). Pressão da atmosfera menos de 1/100 da média da Terra. Ventos de 40 m/s. Temperaturas variando de -53ºC a 27ºC.
</p>
<p><b>Luas:</b> Possui duas luas irregulares, cada uma com alguns quilômetros de tamanho. A maior se chama Fobos e a menor Deimos, nomes vindos da mitologia grega.
</p>
<p><a name="Ve.C3.ADculo_de_lan.C3.A7amento"></a><b> Veículo de lançamento </b></p>
<p>O Spirit usou a versão padrão do <b>foguete Delta II 7925</b>, que foi lançado em 10 de junho de 2003. O Opportunity necessitou de mais energia para chegar a Marte. Ele usou o foguete Delta II 7925-H, lançado em 7 de julho de 2003, onde o <b>H</b> significa versão mais potente.
</p>
<p>O foguete Boeing Delta é um lançador descartável. Apenas é utilizado uma única vez. <b>(Expendable Launch Vehicles (ELVs))</b>
</p>
<p>A cada 26 meses, a Terra, Marte e Sol se alinham em uma posição no céu que é a que vai requerer o menor consumo de combustível para o foguete ou fisicamente falando, requerer menos energia para chegar a Marte.
</p>
<p>A quantidade de energia necessária em cada lançamento é um pouco diferente, pois existe diferença nas distâncias entre a Terra, Marte e o Sol.
</p>
<p>Spirit foi programada para ser lançado entre 30 de maio e 16 de junho.<br />
Opportunity foi programado para ser lançado entre 25 de junho e 12 de julho.
</p>
<p>O período de lançamento do Spirit é o que vai utilizar menos energia para chegar a Marte. Opportunity vai gastar mais energia. Os dois veículos não puderam ser lançados simultaneamente, pois não havia local de lançamento disponível e pessoal suficiente para gerenciar ambos os lançamentos.
</p>
<p>As sondas percorrerão a distância de 460 milhões de km, entre a Terra e Marte.
</p>
<p>Dimensões da sonda: 2,65 m de diâmetro, 1,6 m de altura.<br />
Dimensões dos veículos: 1,5 m de altura, por 2,3 m de largura e 1,6 m de profundidade.
</p>
<p>Peso: 1.062 kg no lançamento, sendo que 174 kg é o peso do veículo, 365 kg do aterrizador, 198 kg são da estrutura de cruzeiro da sonda, com 52 kg de propelente.
</p>
<p><a name="Entrada.2C_descida_e_aterrisagem"></a><b> Entrada, descida e aterrisagem </b></p>
<p>15 min antes de atingir a atmosfera de Marte, a cápsula que continha os veículos exploradores, se desprendeu de sua nave de cruzeiro. Esta cápsula inicia uma viagem de 4 minutos na atmosfera de Marte, a 5,4 km/s onde a fricção causará um aumento de temperatura de 1.400º Celsius.
</p>
<p>A 8,5 km de altitude, com a velocidade em torno de 430 m/s, os pára-quedas se abrem. Em dois minutos a sonda deverá atingir o solo, porém um conjunto de etapas cruciais vai acontecer.
</p>
<p>Vinte segundos depois da abertura dos pára-quedas, a parte inferior do escudo térmico-mecânico é ejetado. Dez segundos depois o aterrizador inicia sua descida de 20 metros da parte superior do escudo térmico, ainda preso ao pára-quedas por meio de um cordão.
</p>
<p>Um radar na parte inferior do aterrizador, inicia a emissão de pulsos, para determinar a sua altitude. Quando o radar detectar que está a 2,4 km de altura, três fotografias serão tiradas do solo, em intervalos de 4 s. O sistema denominado de <b>Descent Image Motion Estimation Subsystem (DIMES)</b>, automaticamente as analisará para determinar sua velocidade horizontal.
</p>
<p>Três pequenos foguetes transversais fixados na parte superior do escudo térmico, vão contrabalançar a ação dos ventos horizontais ou do balanço excessivo do pára-quedas. O aterrizador estará a 35 segundos de seu pouso.
</p>
<p>Devido ao peso do veículo explorador, a área do pára-quedas desta missão, foi 40% maior que o pára-quedas do Mars Pathfinder.
</p>
<p>Oito segundos antes do pouso, os <b>airbags</b> se inflam. São inflados 24 airbags, que envolvem o veículo. Cheios, a estrutura atinge 5,5 metros de altura.
</p>
<p>Dois segundos depois, três outros foguetes principais são acionados, para diminuir a velocidade de queda. Três segundos depois, quando a velocidade de queda for zero e o solo estiver entre 10 a 15 m de distância, o aterrizador envolvido por airbags deverá se soltar dos pára-quedas e do escudo térmico superior.
</p>
<p>Os airbags foram feitos de material sintético muito resistente chamado <b>vectran</b>. Cada airbag possuía uma dupla camada deste tecido, a fim de resistir a grande velocidade de impacto e ao terreno que viesse a encontrar.
</p>
<p>Assim o conjunto se choca com o solo, várias vezes. Vinte minutos depois os airbags se desinflarão se a pétala-base ficar para baixo. 35 minutos para desinflar, se a pétala-base ficar de lado. Desinflados os airbags, cada veículo deverá abrir seus painéis solares e bater fotos das imediações, além de passar uma semana de testes, antes de sair andando de sua base ou do aterrizador.
</p>
<ul>
<li> Determinar a distribuição espacial e a composição dos minérios, rochas e solos nas vizinhanças dos sítios de pouso.
</li>
</ul>
<ul>
<li> Determinar a natureza geológica da superfície local, seja morfologicamente e quimicamente.
</li>
</ul>
<ul>
<li> Nos minerais que contenham ferro, identificar e quantificar aqueles tipos que contenham água ou hidróxidos.
</li>
</ul>
<ul>
<li> Estudar as camada e texturas dos minerais dos diferentes tipos de rochas e solos e analisa-los sob o contexto geológico.
</li>
</ul>
<ul>
<li> Extrair das rochas estudadas, informações sobre o meio ambiente passado, quando a água estava presente e se houve o desenvolvimento de vida.
</li>
</ul>
<p><a name="Resumo_dos_instrumentos_cient.C3.ADficos"></a><b> Resumo dos instrumentos científicos </b></p>
<p>Os instrumentos científicos dos veículos exploradores transportam, são equipamentos de alta tecnologia, destinados a recolher diversas informações sobre o meio ambiente de Marte. São eles:
</p>
<ul>
<li><b>Câmeras</b></p>
<ul>
<li> Câmera Panorâmica (Pancam) ou também chamada Estéreo.
</li>
<li> Câmera Microscópica (Microscopic Imager (MI))
</li>
<li> Câmeras de Engenharia: tecnicamente denominadas de Hazcams e Navcams
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Espectrômetros</b></p>
<ul>
<li> Mini-espectrômetro de Emissão Térmica (Miniature Thermal Emission Spectrometer (Mini-TES))
</li>
<li> Espectrômetro Mössbauer (Mössbauer Spectrometer (MB))
</li>
<li> Espectrômetro de Partículas de Raio-X (Alpha Particle X-Ray Spectrometer (APXS))
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Perfuratriz</b></p>
<ul>
<li> Ferramenta de Abrasão (Rock Abrasion Tool (RAT))
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Imãs</b></p>
<ul>
<li>Medição do magnetismo da poeira.
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><a name="Detalhamento_dos_instrumentos_cient.C3.ADficos"></a><b> Detalhamento dos instrumentos científicos </b></p>
<p><b>Câmera Panorâmica (Pancam)</b>
</p>
<p>Uma câmera <b>estéreo</b> ou também denominada <b>Câmera Panorâmica (Pancam)</b>, permite a obtenção de imagens coloridas, semelhantes às vistas pelo olho humano e em três dimensões, porque utiliza dois conjuntos de câmeras, situadas 30 cm uma da outra e que funcionam paralelamente.
</p>
<p>Esta câmera roda 360* pois está apoiada no alto de uma torre cilíndrica de 1,5 m de altura (denominado de <b>Pancam Mast Assembly (PMA)</b>) e consegue obter imagens de toda a paisagem de Marte. A câmera também consegue se mover para cima e para baixo em um ângulo de 180º, em torno do ponto onde se apóia.
</p>
<p>Esta altura de 1,5 m é semelhante à altura dos seres humanos, conseguindo desta maneira, dar a exata visão da paisagem que as pessoas veriam se lá estivessem.
</p>
<p>A câmera pode gerar um conjunto de diversas imagens superpostas em suas bordas denominada de mosaicos, que juntadas fornecem uma ampla visão de toda a vizinhança, com 4.000 pixels de altura e 24.000 pixels na horizontal. Os detectores da Pancam são de <b>CCDs</b> (charge coupled devices). Este equipamento monta a imagem tal como um filme comum de câmera fotográfica.
</p>
<p>Cada olho da Pamcam possui um conjunto de 14 filtros que permite que ela obtenha imagens de vários comprimentos de ondas. Isso permite saber mais sobre a composição dos minerais encontrados nas rochas e solo de Marte.
</p>
<p>Os filtros azuis e infravermelhos permitem obter imagens do Sol. Estes dados juntamente com as imagens do céu, em vários comprimentos de ondas, ajudam a determinar a posição do veículo bem como de obter informações sobre a poeira dispersa na atmosfera de Marte.
</p>
<p>Esta câmera permite que os cientistas escolham qual rocha ou solo a analisar em detalhes, e fornecem informações sobre a superfície, sua textura e morfologia e permite observar a existência de antigos fluxos de água.
</p>
<p><b>Quatro câmeras de controle de direção</b> (Hazard Avoidance Cameras)
</p>
<p>Montados na parte inferior do veículo, duas na frente e duas atrás. Elas são câmeras que enxergam a luz visível e que geram fotos em branco e preto, criando uma imagem tridimensional da área próxima ao veículo. Estas imagens permitem garantir que caso o veículo perca a direção, não colida com algum obstáculo a sua frente. Também são utilizadas para guiar o veículo por um caminho seguro.
</p>
<p>As câmeras têm um campo de visão de 120º. Montam uma imagem da região a sua frente, enxergando até 3 m de distância.
</p>
<p><b>Duas câmeras de navegação</b> (Navigation Cameras)<br />
Montadas aos lados das Pancam, enxergam em branco e preto e usam a luz visível para montar uma imagem tridimensional. Cada câmera tem um campo de visão de 45º e ajudam os cientistas a estabelecer o caminho que o veículo deva seguir. Elas trabalham em cooperação com as Hazcams, fornecendo informações complementares das vizinhanças do veículo.
</p>
<p><b>Câmera Microscópica</b> (Microscopic Imager (<b>MI</b>))<br />
Trata-se da combinação de uma câmera microscópica com um leitor CCD, que fornece imagens em pequenas escala, das rochas e solos de Marte. Auxilia na complementação das pesquisas feitas por outros instrumentos, fotografando de perto uma rocha em seu estado natural, ou após ter sido limada pela ferramenta de abrasão.
</p>
<p>A câmera microscópica é um dos quatro instrumentos montados no braço móvel do veículo. Seu campo de visão é de 1024 x 1024 pixels e utiliza somente um filtro e tira apenas fotos em branco e preto.
</p>
<p><b>Ferramenta de Abrasão</b> (rock abrasion tool (<b>RAT</b>))
</p>
<p>Cada veículo dispõe de uma <b>Ferramenta de Abrasão</b>, destinada a escovar e raspar as rochas a fim de eliminar a poeira que as cobre e revelar o conteúdo interno das rochas, para permitir que os espectrômetros possam corretamente avaliar o conteúdo das rochas de Marte, além de obter fotos microscópicas do local limado.
</p>
<p>Desta forma os cientistas podem comparar o interior de uma rocha com o seu exterior e avaliar ação do meio ambiente sobre esta rocha.
</p>
<p>A ferramenta de abrasão é uma poderosa perfuratriz, capaz de criar um buraco de 45 milímetros de diâmetro e 5 milímetros de profundidade, em média.
</p>
<p>Ela está localizada no braço móvel do veículo. Pesa 720 gramas e utiliza um conjunto de três motores para limar a rocha. Dois motores operam em alta velocidade e estão fixados nas bordas de um disco que roda em uma velocidade menor e desta forma, à medida que o disco gira, os dentes dos dois motores velozes vão limando a rocha.<br />
A perfuratriz tem a capacidade de perfurar uma rocha vulcânica em duas horas.
</p>
<p><b>Base Magnética ou imã</b> (Magnet Arrays)
</p>
<p>A poeira domina toda a paisagem de Marte. E ela é altamente <b>magnética</b>. Minerais magnéticos transportados pela poeira, podem ser remanescentes do passado de Marte, quando se supõem que existia a água.<br />
A análise periódica destas partículas e de seus padrões de acumulação nos elementos magnéticos do veículo pode revelar a história geológica do planeta.
</p>
<p>Cada veículo dispõe de um conjunto de três bases magnéticas, que coletam a poeira em suspensão para ser analisada pelos seus instrumentos.
</p>
<p>Uma das bases magnéticas está localizada na ferramenta de abrasão. Quando a mesma lima uma rocha, a base recolhe o pó e a analisa.
</p>
<p>A segunda base magnética está localizada na frente do veículo em uma posição em que todas as partículas não-magnéticas caiam de sua superfície de estudo.<br />
Esta base poderá ser atingida pelo Mössbauer ou espectrômetro de raio-X e partículas alfas, para também poderem analisar sua composição.
</p>
<p>A terceira base magnética está localizada no topo do veículo para ser vista pela câmera Pancam. Esta base magnética é forte o suficiente para captura a poeira magnética em suspensão.
</p>
<p>
<b>Espectrômetros</b>
</p>
<p>O espectrômetro é um instrumento que separa uma radiação policromática nos seus componentes monocromáticos e permite medir os comprimentos de onda destes sem registrá-los numa chapa fotográfica.
</p>
<p>A função de um dos espectrômetros é identificar mineral à distância, mais propriamente denominado de <b>Espectrômetro de Emissão Termal em Miniatura.</b>
</p>
<p>Os outros dois espectrômetros são: o <b>Espectrômetro de Raio-X e Partículas Alfas</b>, que auxilia na determinação dos elementos químicos que compõem uma rocha.
</p>
<p>E o <b>Espectrômetro Mössbauer</b>, que fornece informações sobre o arranjo dos átomos de ferro numa estrutura mineral cristalina dentro de uma rocha.
</p>
<p>Ambos são montados no braço robótico do veículo, para examinar mais de perto, a composição de rochas e de solos.
</p>
<hr />
<p><b>Espectrômetro de Raio-X e Partículas Alfas</b> (Alpha Particle X-Ray Spectrometer (<b>APXS</b>))
</p>
<p>Destina-se a determinar a composição química das rochas e solo de Marte, usando o <b>raio-X</b> e as <b>partículas alfas</b>.<br />
As partículas alfas são emitidas durante a decaída radioativa. Raio-X são um determinado tipo de radiação eletromagnética, tal como a luz ou as microondas. Ele utiliza o cúrio 244, como sua fonte de irradiação.
</p>
<p>Este espectrômetro carrega uma pequena fonte de partículas alfa. Essas partículas são emitidas pela fonte, colidem com a amostra e retornam de volta a um detector no espectrômetro, e juntamente se processa também a emissão de raio-X, sobre a amostra a ser analisada.
</p>
<p>A medição de ambas as energias, ajudam a determinar a composição do material analisado.
</p>
<p>A maioria das medições é feita à noite, pois exigem pelo menos 10 horas de estudos, embora o raio-X exija apenas algumas horas de funcionamento.
</p>
<p>O espectrômetro de raio-X e partículas alfas é um dos quatro instrumentos montados no braço móvel do veículo e foi construído na Alemanha.
</p>
<hr />
<p><b>Espectrômetro Mössbauer</b> (Mössbauer Spectrometer (<b>MB</b>))
</p>
<p>Muitos dos minerais que compõem as rochas de Marte contêm o elemento ferro, e o solo é rico em ferro. O espectrômetro Mössbauer é um instrumento especialmente feito para estudar os minerais que contenham o ferro.
</p>
<p>Como o instrumento é especializado, ele pode determinar a composição e a abundância deste mineral, com um elevado nível de precisão. Desta forma  ajuda a entender as propriedades magnéticas da superfície dos minerais.
</p>
<p>O espectrômetro Mössbauer é um dos quatro instrumentos montados no braço móvel do veículo. Para realizar suas medidas, basta apenas colocar seu sensor em contacto com a rocha. Cada medição deste espectrômetro leva cerca de 12 horas. Foi construído na Alemanha e utiliza duas peças de cobalto 57, como suas fontes de irradiação.
</p>
<hr />
<p><b>Espectrômetro de Emissão Termal em Miniatura</b><br />
(Miniature Thermal Emission Spectrometer (<b>Mini-TES</b>))
</p>
<p>Mini-TES é um espectrômetro de raios infravermelhos que pode determinar as características minerais das rochas e solos de Marte à distância, detectando os padrões de emissão de radiação térmica. Ele <i>enxerga</i> 167 cores que ajudam a reconhecer carbonatos, silicatos, moléculas orgânicas e minerais formadas pela água.
</p>
<p>Qualquer objeto quente emite calor, mas objetos distintos emitem quantidades diferentes de calor. Esta variação auxilia na identificação dos minerais de Marte.<br />
Desta forma os cientistas entenderão a capacidade das rochas e solos de Marte em absorver o calor e a variação de sua temperatura ao longo do dia..
</p>
<p>Mini-TES poderá observar a atmosfera de Marte, obter informações sobre temperatura, vapor de água e quantidade de poeira no ar. Estes dados serão comparados com as informações obtidas pelo espectrômetro térmico do Mars Global Surveyor, quando a sonda estiver orbitando sobre o sítio do veículo explorador.
</p>
<p>Mini-TES pesa 2,1 kg e está localizado um pouco abaixo da Pancam. Neste ponto o aparelho pode ter a mesma visão que a Pancam tem das vizinhanças. O Mini-TES olha para um lado e a Pancam olha para outro lado.
</p>
<p><a name="Calibra.C3.A7.C3.A3o"></a><b> Calibração </b></p>
<p>O espectrômetro Mössbauer, usa uma pequena fatia de magnetita como ponto de calibração de seu sensor. O espectrômetro de raio-X e partículas alfas, usam uma placa interna como referência, quando é guardado e vedado para não sofrer a ação da poeira de Marte. O Mini-TES possui dois pontos de calibração. Um interno no seu ponto de recolhimento e outro externo fixado no veículo explorador. A câmera panorâmica aponta para um padrão ou uma espécie de relógio do sol (sundial), situado na parte superior posterior do veículo, para a sua calibração de cor e de brilho.
</p>
<p><a name="Tecnologias_embutidas_nos_ve.C3.ADculos_exploradores"></a><b> Tecnologias embutidas nos veículos exploradores </b></p>
<p><b>Energia</b>
</p>
<p>O veículo <b>Sojourner</b> dispunha de um único e pequeno painel solar fixo, que fornecia a energia necessária ao seu funcionamento, isso na missão Mars Pathfinder de 1996.
</p>
<p>Tal como na missão Mars Pathfinder, a missão <b>Mars Exploration Rovers</b>, os veículos são alimentados por painéis solares. Eles foram dotados de &#8220;asas&#8221;, onde sobre quais se apóiam alguns de seus painéis solares, que absorvem a luz do Sol e a transformam em energia elétrica.
</p>
<p>Quando do pouso do Spirit e do Opportunity em Marte, a medida que os airbags murcham, as três asas ou painéis móveis dos veículos se abrem, assumindo a forma semelhante a de um pássaro de asas abertas, fim de se travarem em sua posição final e de coletar a energia do Sol.
</p>
<p>Uma outra inovação aplicada aos veículos, foi na construção das células solares. Elas foram feitas em três camadas de gâlio-arsenieto (sal binário que contém arsênio mais um metal), já anteriormente utilizados pela NASA na missão <b>Espaço Profundo 1</b> <b>(Deep Space 1 mission).</b>
</p>
<p>Estas células são usadas pela primeira vez em Marte e são capazes de produzir mais energia elétrica que as células comuns usadas no Sojourne, melhor carregando as baterias recarregáveis de lítio dos veículos exploradores.
</p>
<p>O veículo Sojourner da missão Pathfinder, dispunha de uma bateria de lítio de 40-amperes-hora. A missão Mars Exploration Rovers levam duas baterias de lítio de 8-amperes-hora. Durante a fase inicial de suas pesquisas, os painéis solares devem ser capazes de produzir <b>900 watt-horas</b> de energia por dia de Marte ou <b>sol</b>. Na fase estendida da missão, espera-se que os painéis forneçam <b>410 watt-horas</b> por dia de Marte.
</p>
<p>Como os veículos deverão pousar na faixa equatorial de Marte, espera-se que sempre obtenham energia solar suficiente para as suas explorações.
</p>
<p><b>Comunicações</b>
</p>
<p>Os veículos exploradores transmitem a maioria dos dados científicos recolhidos para as duas atuais sondas orbitais de Marte, a <b>Mars Odyssey</b> e a <b>Mars Global Surveyor</b> e estas finalmente para a Terra.
</p>
<p>Os dados são transmitidos via UHF, no intervalo de 16 minutos, tempo que cada sonda leva para ir de um horizonte a outro horizonte, onde veículos e as sondas trocam efetivamente informações por 10 minutos.
</p>
<p>A sonda Mars Odyssey consegue enviar inacreditáveis 85% dos dados <b>(76 Megabits</b>) coletados de ambos os veículos. A sonda irmã Mars Global Surveyor, consegue enviar 8% dos dados <b>(6 Megabits).</b> Quatro por cento <b>(3 Megabits)</b> de dados são enviados diretamente a Terra através da freqüência de raio-X.
</p>
<p>As sondas orbitais dispõem de maior capacidade de transmissão pela freqüência de raio-X, de forma que conseguem transmitir mais rapidamente os dados para a Terra.
</p>
<p>Esta velocidade é muito importante, pois as grandes antenas da <b>Rede de Espaço Profundo</b> <b>(Deep Space Network),</b> são destinadas a receber os dados, e devem enviar de volta as novas instruções aos veículos e o tempo disponível é limitado.
</p>
<p><b>Aviônica</b>
</p>
<p>Aviônica são os equipamentos eletrônicos destinados a operar os veículos e seus subsistemas.
</p>
<p>No centro do veículo estão guardados os equipamentos eletrônicos mais importantes que controlam o movimento dos veículos e o uso dos instrumentos científicos.
</p>
<p>O centro do veículo é uma estrutura altamente protegida denominada de<b> Caixa Eletrônica Aquecida</b> (Warm Electronics Box), onde se procura manter aquecidos os sensíveis equipamentros eletrônicos dos veículos.<br />
Esta caixa envolve o <b>Módulo Eletrônico do Veículo</b> (Rover Electronics Module), situado no centro do veículo. Dentro do módulo está o computador de bordo do sistema e ele é tão poderoso quanto o computador de um laptop de alto nível.
</p>
<p>A caixa tem suas paredes pintadas de ouro para auxiliar a manter os equipamentos vitais aquecidos, quando nas madrugadas marcianas a temperatura atinge os -96º Celsius (ou -140º Fahrenheit).
</p>
<p>Uma camada de aerogel reveste esta caixa. Um material único, altamente leve e de baixa densidade, altamente refratário, semelhante a uma &#8220;fumaça sólida&#8221;, serve de isolante e ajuda manter o calor recebido durante o dia durante as madrugadas externamente frias de Marte.
</p>
<p>Ambos os computadores do Spirit e do Opportunity, consistem em um microprocessador Rad 6000 de 32 bits, que realiza 20 milhões de instruções/s. O computador do veículo regularmente checa todos os demais componentes eletrônicos, a fim de verificar se estão funcionando perfeitamente e reportar estes dados para a equipe da Terra.
</p>
<p>A memória <b>RAM</b> (random access memory) do sistema tem <b>128 megabytes</b> de tamanho, com o apoio de <b>256 megabytes</b> de memória tipo <b>flash</b> e mais uma pequena quantidade de memória não volátil, que permite manter certa quantidade de dados sem consumir energia. A sua memória é 1.000 mais velozes que a memória do Sojourner da missão Pathfinder.
</p>
<p>O veículo dispõem de um <b>Sistema Inercial de Medição</b> (The Inertial Measurement Unit), que avalia a inclinação do veículo e o ajuda a realizar movimentos precisos.
</p>
<p><b>Sistema de Navegação</b>
</p>
<p>A dupla de veículos exploradores está mais bem equipada para andar com mais segurança no solo de Marte. Um sistema combina software e hardware, desenvolvido pela <b>Carnegie Mellon University</b>, permite ao veículo desviar dos obstáculos e seguir por um caminho seguro.
</p>
<p>Quando os veículos andam por si mesmos, eles recebem comandos indicando para onde devam se dirigir, eles avaliam as condições topográficas do terreno a partir de imagens em estéreo e escolhem o melhor caminho a seguir. Eles vão se desviando dos obstáculos e das valas que virem a sua frente.
</p>
<p>O objetivo desta navegação é de aumentar a distância percorrida diariamente pelos veículos, sem exigir sucessivas intervenções do comando da Terra.
</p>
<p>Ainda existe um motor estabilizador, que controla os motores das rodas e da escova da ferramenta de abrasão, a fim de estabilizar o veículo.
</p>
<p>As rodas dos veículos têm aproximadamente 26 cm de diâmetro e são constituídas de uma estrutura espiral interna flexível denominada <b>solimide</b> que absorve os choques e evita que a trepidação seja transferida ao resto do veículo.
</p>
<p>Os veículos dispõem de um apurado sistema de medida de distância. Trata-se de um sistema de hodômetro visual.
</p>
<p>Os veículos andam sobre rocha e areia e eventualmente suas rodas deslizam.<br />
Para avaliar a real distância percorrida, o sistema compara fotos tiradas em curtos intervalos de tempo procurando por pontos de referência, como rochas, marcas das rodas dos veículos, por dunas de areia, combinando imagens em estéreo para informar a real distância percorrida.
</p>
<p><b>Envio de Imagens</b>
</p>
<p>O <b>Laboratório de Jato Propulsão - JPL</b> da NASA desenvolveu um sofisticado programa de compressão de imagens. O programa denominado de ICER consegue comprimir <b>12 megabytes</b> de imagens <b>em menos de um megabyte</b>, consumindo menos espaço no cartão de memória. O programa divide a imagem em 30 partes, diminuindo a chance de perdas de pacotes, quando do envio das imagens para a Terra.
</p>
<p><b>Aquecimento do corpo principal</b>
</p>
<p>As baterias e outros componentes eletrônicos não funcionam direito se não estiverem no interior da <b>Caixa Eletrônica Aquecida</b> do veículo explorador. (Warm Electronics Box) Nas frias madrugadas de Marte, a temperatura <a href="http://www2.medizing.com" title="pode">pode</a> chegar a -105º Celsius e as baterias devem ser mantidas acima de 20º Celsius, para que possam fornecer energia e devem ser mantidas acima de 0º Celsius, quando estão sendo recarregadas.
</p>
<p>O calor no interior da caixa isolante é gerado por uma combinação de<b> aquecedores elétricos</b> e oito <b>aquecedores de radioisótopos</b>.
</p>
<p>Cada aquecedor de radioisótopos produz um watt de calor e contém 2,7 g de dióxido de plutônio em grãos, do tamanho de uma borracha de apagar, que vem embutido em alguns tipos de lápis de escrever.
</p>
<p>Cada cápsula é feita de metal que envolve o ródio-plutônio e também é envolvida em várias camadas de um composto de carbono-grafite.
</p>
<p>Este encasulamento de múltiplas camadas foi testado exaustivamente para que pudesse resistir no caso de falha no lançamento e a sonda retorna-se, se incendiando com o atrito com a atmosfera terrestre.
</p>
<p>A sonda Soujourner também utilizou aquecedores de radioisótopos para manter seus equipamentos aquecidos e em funcionamento.
</p>
<p><a name="Esteriliza.C3.A7.C3.A3o_da_sonda_e_demais_procedimentos_de_seguran.C3.A7a_biol.C3.B3gica"></a><b> Esterilização da sonda e demais procedimentos de segurança biológica </b></p>
<p>Tecnologias foram adotadas para proteger a análise de rochas, solos e atmosfera, da contaminação por micróbios da Terra. Os Estados Unidos são signatários de acordos para proteger corpos celestes desta forma, a sonda deve estar limpa e esterilizada, pois o meio ambiente de Marte pode conduzir a vida a eventuais micróbios vindos da Terra.
</p>
<p>Os técnicos que montaram a sonda constantemente limpavam a superfície com uma solução de álcool.  Componentes que suportam altas temperaturas como os pára-quedas e escudo térmico foram aquecidos a 110º Celsius de temperatura, para eliminar os germes.
</p>
<p>A caixa central de cada veículo, que contém o computador principal e outros importantes equipamentos, que foram selados e dotados de filtros de alta eficiência, que mantêm quaisquer micróbios em seu interior. Outros pequenos equipamentos também foram isolados e esterilizados.
</p>
<p>Quando do lançamento do foguete Delta e a liberação da sonda pelo seu terceiro estágio, ambos os objetos navegaram paralelamente em uma trajetória que quase conduz a Marte.<br />
Somente a sonda, 10 dias após o lançamento, terá seu rumo corrigido definitivamente, evitando-se desta forma que o terceiro estágio venha a cair em Marte.
</p>
<p><a name="Custo_do_programa"></a><b> Custo do programa </b></p>
<p>Foi de aproximadamente 820 milhões de dólares, sendo que 645 milhões de dólares no desenvolvimento da sonda e de seus instrumentos, 110 milhões de dólares no lançamento e 75 milhões de dólares no controle da missão.
</p>
<ul>
<li>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
</li>
</ul>
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		<title>Laptop. Teclado (computador)</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 05:16:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teclado]]></category>

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		<description><![CDATA[
O teclado de computador é um tipo de periférico utilizado pelo usuário para a entrada manual no sistema de dados e comandos. Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções, baseado no modelo de teclado das antigas máquinas de escrever. Basicamente, os teclados são projetados para a escrita de textos, onde são usadas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
O <b>teclado de computador</b> é um tipo de periférico utilizado pelo usuário para a entrada manual no sistema de dados e comandos. Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções, baseado no modelo de teclado das antigas máquinas de escrever. Basicamente, os teclados são projetados para a escrita de textos, onde são usadas para esse meio cerca de 50% delas. Além para o controle das funções de um computador e seu sistema operacional. Essas teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, onde identifica a tecla pressionada e manda para o PC as informações. O meio de transporte dessas informações entre o teclado e o computador pode ser sem fio (ou Wireless) ou a cabo (PS/2 e USB).<br />
O teclado vem se adaptando com a tecnologia e é um dos poucos periféricos que mais se destacam na computação.
</p>
<p><a name="Estrutura_b.C3.A1sica"></a><b>Estrutura básica</b></p>
<p>Os teclados são essencialmente formados por um arranjo de botões retangulares, ou quase retangulares, denominados <i>teclas</i>. Cada tecla tem um ou mais caracteres impressos ou gravados em baixo relevo em sua face superior, sendo que, aproximadamente, cinqüenta por cento das teclas produzem letras, números ou sinais (denominados <i>caracteres</i>). Entretanto, em alguns casos, o ato de produzir determinados símbolos requer que duas ou mais teclas sejam pressionadas simultaneamente ou em seqüência. Outras teclas não produzem símbolo algum, todavia, afetam o modo como o microcomputador opera ou agem sobre o próprio teclado. 
</p>
<p><a name="Design"></a><b> Design </b></p>
<p>Existe uma grande variedade de arranjos diferentes de símbolos nas teclas. Essas características em teclados diferentes surgem porque as diferentes pessoas precisam de um acesso fácil a símbolos diferentes; tipicamente, isto é, porque elas estão escrevendo em idiomas diferentes, mas existe características de teclado especializados para matemática, contabilidade, e programa de computação existentes.<br />
O número de teclas em um teclado geralmente varia de 101 a 104 teclas, de certo modo existem até 130 teclas, com muitas teclas programáveis. Também há variantes compactas que têm menos que 90 teclas. Elas normalmente são achadas em laptops ou em computadores de mesa com tamanhos espaciais. Já há no mercado teclados para canhotos, para deficientes físicos, etc.
</p>
<p><a name="Arranjos_Padr.C3.A3o"></a><b>Arranjos Padrão</b></p>
<p>Os arranjos mais comuns em países Ocidentais estão baseado no plano QWERTY (incluindo variantes próximo-relacionadas, como o plano de AZERTY francês). Até mesmo em países onde alfabetos diferentes ou sistemas escrevendo são usados, o plano físico das teclas é bastante semelhante (por exemplo, o <i>layout</i> de teclado tailandês).
</p>
<p><a name="Teclas_adicionais_e_teclados_da_.22Internet.22"></a><b>Teclas adicionais e teclados da &#8220;Internet&#8221;</b></p>
<p>Os teclados de computadores mais modernos (incluindo PC e Apple Mac) são baseados em versões padrão, mas normalmente não inclui teclas adicionais achadas em máquinas de escrever, como teclas de função, um teclado complementar numérico, e assim por diante. Nos últimos anos, denominados teclados de Internet ficaram também populares. Estes incluem botões extras para aplicações específicas ou funções (tipicamente um navegador ou cliente de e-mail).
</p>
<p><a name="Tipos_de_Conex.C3.A3o"></a><b>Tipos de Conexão</b></p>
<p>
Há alguns modos diferentes de conectar um teclado em um microcomputador. Isso se deve porque o próprio teclado evoluiu durante os anos. Estas conexões incluem PS/2, conexões USB e até conexões sem fio, por exemplo, o Bluetooth e o infravermelho. Computadores mais antigos (patrão AT) utilizam conectores DIN.
</p>
<p><a name="Teclados_Alternativos"></a><b>Teclados Alternativos</b></p>
<p>Um teclado padrão é fisicamente grande, como cada tecla tem que permanecer grande bastante para ser apertado facilmente através de <a href="http://www2.medizing.com" title="dedos.">dedos.<br />
</a>Foram propostos outros tipos de teclados para equipamento portáteis pequenos onde um teclado padrão é muito grande. Um modo para reduzir o número de teclas é usar o método &#8220;chord&#8221; (ou corda, em inglês), que é apertando várias teclas simultaneamente. Como um exemplo, o teclado de GKOS, que foi projetado para dispositivos sem fios pequenos. Outras alternativas mais alternativas é um tipo de controlador de jogos, como o AlphaGrip, também é usado como um modo para introduzir dados e texto.
</p>
<p><a name="Uso_do_Teclado"></a><b>Uso do Teclado</b></p>
<p>No uso normal, o teclado é usado para digitar texto em processadores ou editores de textos, correio eletrônico, planilha eletrônica ou qualquer aplicação que tenha por função da tecla é a entrada manual de dados por digitação.
</p>
<p>Em computadores modernos a interpretação na hora de teclar é deixada, geralmente, ao software. Teclados modernos distinguem cada tecla física de todo outro e informa todos os comandos e liberações ao software controlando. Esta flexibilidade não é levada freqüentemente como vantagem, por exemplo, se tecla shift esquerda é usada, a do direito é sujeitada junto com outro caráter.
</p>
<p><a name="Comandos"></a><b>Comandos</b></p>
<p>Um teclado também é usado para comandos em um computador. Um exemplo famoso no PC é a combinação <i><b>Ctrl+Alt+Del</b></i> - teclas Control, Alt e Delete pressionadas simultaneamente. Nas versões atuais de Windows, isto expõe um cardápio, inclusive com opções para controlar as aplicações atualmente correntes e desligar o computador, entre outras coisas. No MS-DOS e em algumas versões mais antigas de Windows, executa-se o Ctrl+Alt+Del para reiniciar o computador. No Linux, pode ser programado pelo administrador para executar algum comando determinado, como um simples <i>LOGOUT</i> ou mesmo desabilitado para evitar acidentes, porém o uso principal continua sendo o de reiniciar a máquina.<br />
Quando se usa o teclado virtual e as teclas Ctrl+Alt estão pressionadas, pode-se usar as opções que ficam no canto dos botões.
</p>
<p><a name="Jogos"></a><b>Jogos</b></p>
<p>Um teclado é um dos métodos primários de controle em jogos de computador. Por exemplo, as teclas de seta ou um grupo de letras que se assemelham ao padrão das teclas de seta, como WASD (teclas W, A, S, D), podem ser usados para movimento de um personagem do jogo.
</p>
<p>Em jogos, muitas teclas podem ser configuradas de acordo com a preferência do usuário. Teclas com letras do alfabeto também executam, às vezes, ações que começam com aquela letra. O teclado é menos ideal quando muitas teclas são pressionadas simultaneamente. Como os circuitos são limitados, só um certo número de teclas serão registradas por vez. Um exemplo óbvio disto é o bloqueio fundamental. Em teclados mais velhos, devido ao desenho do circuito, apertando simultaneamente às vezes três teclas resulta em um comando. Teclados modernos impedem que isto aconteça bloqueando a 3ª tecla em certas combinações fundamentais, mas enquanto isto previne o aparecimento de teclas de fantasmas, também significa que quando duas teclas estiverem simultaneamente pressionadas, muitas das outras teclas no teclado não responderão até que uma das duas teclas pressionadas seja solta. São projetados teclados melhores de forma que isto raramente acontece em programas de escritório, mas permanece um problema em jogos igual em teclados caros, devido à configuração de comando com teclas freneticamente diferentes em jogos diferentes.
</p>
<ul>
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</li>
</ul>
<p>Útil para quem quer prestar concurso ou fazer prova de digitação</p>
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		<title>Laptop. SAPO Challenge</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 21:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Misc]]></category>

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O SAPO Challenge, ou a Aventura do Conhecimento SAPO Challenge RTP, foi um concurso levado a cabo pela Portugal Telecom e que mobilizou jovens de todo o país que se organizaram em equipas de 5 elementos e partiram à aventura. O concurso tinha como grande prémio a Escola do Futuro PT e foi composto por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
O <b>SAPO Challenge</b>, ou a <b>Aventura do Conhecimento SAPO Challenge RTP</b>, foi um concurso levado a cabo pela Portugal Telecom e que mobilizou jovens de todo o país que se organizaram em equipas de 5 elementos e partiram à aventura. O concurso tinha como grande prémio a Escola do Futuro PT e foi composto por duas fases, uma Online/RoadShow e uma Televisiva, esta última com apresentação de Catarina Furtado.
</p>
<p><a name="Online.2FRoadShow"></a><b> Online/RoadShow </b></p>
<p>Na fase online, o objectivo dos participantes <a href="http://www2.medizing.com" title="era">era</a> o de fazer pesquisar no motor de busca SAPO o mais rapidamente possível.
</p>
<p>No RoadShow, que decorreu em simultâneo, o objectivo dos participantes era o de executar diversas provas físicas no menor tempo possível e também realizar pesquisas na Internet num curto espaço de tempo.
</p>
<p><a name="Televisiva"></a><b> Televisiva </b></p>
<p>A fase televisiva contou com seis programas de televisão transmitidos na RTP:
</p>
<p><a name="Primeira_Eliminat.C3.B3ria"></a><b> Primeira Eliminatória </b></p>
<p>Na Primeira Eliminatória o objectivo era percorrer cinco postos de Internet através de uma Segway e efectuar as tarefas específicas de cada um deles no menor tempo possível. Fez-se uma selecção das 16 melhores equipas a partir das 34 participantes. O ranking final foi o seguinte (à frente mostram-se os tempos finais):
</p>
<p>1º lugar – Equipa ALFA do Colégio Conciliar de Maria Imaculada de Leiria - 2:50<br />
2º lugar – Equipa BACO 5 da Escola Básica José Régio de Portalegre - 3:09<br />
3º lugar – Equipa MAHATMA da Escola Básica Gafanha da Encarnação de Ílhavo - 3:09<br />
4º lugar – Equipa YAMAKAZI da Escola Secundária José Estêvão de Aveiro - 3:16<br />
5º lugar – Equipa MEGASOUND do Colégio Nossa Senhora do Rosário do Porto - 3:38<br />
6º lugar – Equipa MANS da Escola Básica 2/3 V. Franca das Naves de Trancoso - 3:40<br />
7º lugar – Equipa KYNAS da Escola Secundária de Pombal de Pombal - 3:41<br />
8º lugar – Equipa 2M2VT da Escola Quinta das Palmeiras da Covilhã - 3:45<br />
9º lugar – Equipa NET DEVILS da Escola Secundária de Seia de Seia - 3:47<br />
10º lugar – Equipa ZONA J da Escola Secundária Santa Maria da Feira de Santa Maria da Feira - 3:53<br />
11º lugar – Equipa LIGHT SPEED da Escola Secundária do Cartaxo de Cartaxo - 3:57<br />
12º lugar – Equipa TEEN FROGS da Escola Secundária de Ponte Sôr de Ponte de Sôr - 3:59<br />
13º lugar – Equipa MAX 5 da Escola Secundária de Alcochete de Alcochete - 4:06<br />
14º lugar – Equipa DIGITAL SB da Escola Secundária de Seia de Seia - 4:07<br />
15º lugar – Equipa KOOOOOL da Escola Básica Dr. Guilherme Correia de Carvalho de Seia - 4:10<br />
16º lugar – Equipa DARK EVILS da Escola Básica Dr. Guilherme Correia de Carvalho de Seia - 4:12<br />
17º lugar – Equipa VTSQUAD da Escola Secundária de Tondela de Tondela - 4:16<br />
18º lugar – Equipa TIBIA SPT1L da Escola Secundária Sé da Guarda de Guarda - 4:42<br />
19º lugar – Equipa ZYX da Escola Básica de Manteigas de Manteigas - 4:43<br />
20º lugar – Equipa PSY FRIENDS da Escola Básica Integrada de S. Domingos de Castelo Branco - 4:45<br />
21º lugar – Equipa XAIMITS da Escola Secundária Miguel Torga de Bragança - 4:48<br />
22º lugar – Equipa WITH NAME AGAIN da Escola Básica e Secundária da Calheta do Funchal - 5:16<br />
24º lugar – Equipa SJ BOYS da Escola Secundária S. João do Estoril de Lisboa - 5:20<br />
23º lugar – Equipa IP5 da Escola Secundária da Batalha de Batalha - 5:22<br />
25º lugar – Equipa MALAGUETAS da Escola Secundária Carolina Michaelis do Porto - 5:53<br />
26º lugar – Equipa SKUNK da Escola Secundária Morgado Mateus de Vila Real - 6:08<br />
28º lugar – Equipa DEVIL BOYS AND GIRLS da Escola Dr. Joaquim Magalhães de Faro - 6:43<br />
27º lugar – Equipa SÉNIORES da Escola Secundária D. Manuel I <a href="http://www2.medizing.com" title="de">de</a> Beja - 7:14<br />
30º lugar – Equipa HACKAROS NET da Escola Secundária Santa Maria Maior de Viana do Castelo - 8:41<br />
31º lugar – Equipa STORMS da Escola Básica Integrada /JI de Alcáçovas de Évora - 10:38<br />
32º lugar – Equipa CORISCAS da Escola Secundária das Laranjeiras da Ponta Delgada - 13:01<br />
29º lugar – Equipa ÓPÁ NÉPIA do Instituto Pedro Hispano de Soure - 16:08<br />
33º lugar – Equipa RASPA da Escola Básica 2/3 Pinheiro de Penafiel - 20:24<br />
34º lugar – Equipa RATINHOS da Escola Básica 2/3 André Soares de Braga -  Desclassificada
</p>
<p>Depois do primeiro programa seguiram-se as Semi-Finais, onde o objectivo era fazer pesquisas na Internet e na própria cidade onde decorria a prova, tudo no menor tempo possível. As equipas eram divididas num grupo de dois elementos (que estavam no estúdio) e num grupo de três elementos (que estavam no exterior), tendo como meios de comunicação entre eles o SAPO Messenger e o telemóvel.
</p>
<p><a name="Primeira_Semi-Final"></a><b> Primeira Semi-Final </b></p>
<p>Decorreu a 28 de Maio de 2005) no Porto e foi onde participaram as equipas Baco 5, Yamakazi, Mans e Digital SB, tendo vencido a equipa Yamakazi.
</p>
<p><a name="Segunda_Semi-Final"></a><b> Segunda Semi-Final </b></p>
<p>Decorreu a 4 de Junho de 2005 em Aveiro e foi onde participaram as equipas 2M2VT, Dark Evils, Max 5 e Light Speed, tendo vencido a equipa Max 5.
</p>
<p><a name="Terceira_Semi-Final"></a><b> Terceira Semi-Final </b></p>
<p>Decorreu a 11 de Junho de 2005 em Évora e foi onde participaram as equipas Mahatma, Zona J, Alfa e Kynas, tendo vencido a equipa Alfa.
</p>
<p><a name="Quarta_Semi-Final"></a><b> Quarta Semi-Final </b></p>
<p>Decorreu a 18 de Junho de 2005 em Faro e foi onde participaram as equipas Koooool, Netdevils, Teen Frogs e MegaSound, tendo vencido a equipa MegaSound.
</p>
<p><a name="Final.C3.ADssima"></a><b> Finalíssima </b></p>
<p>Decorreu em Lisboa e foi onde participaram as equipas finalistas (Yamakazi, Max 5, Alfa e MegaSound), tendo vencido a equipa Alfa, levando para Leiria a <i>Escola do Futuro PT</i>.
</p>
<p><a name="Escola_do_Futuro_PT"></a><b> Escola do Futuro PT </b></p>
<p>A <i>Escola do Futuro PT</i> é um projecto ambicioso da Portugal Telecom que visa incorporar as novas tecnologias no ambiente de sala de aula e na própria escola. O Colégio Conciliar de Maria Imaculada, em Leiria, é a primeira escola a desfrutar deste projecto. Desde substituir os tradicionais quadros de giz por <i>SMART Boards</i>, até distribuir um computador portátil por aluno, a imaginação é o limite.</p>
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		<title>Laptop. Osciloscópio</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 20:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráfico bi-dimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal do ecrã normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrar sinais periódicos. O eixo vertical comumente mostra a tensão. O monitor é constituído por um &#8220;ponto&#8221; que periodicamente &#8220;varre&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <b>osciloscópio</b> é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráfico bi-dimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal do ecrã normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrar sinais periódicos. O eixo vertical comumente mostra a tensão. O monitor é constituído por um &#8220;ponto&#8221; que periodicamente &#8220;varre&#8221; a tela da esquerda para a direita.
</p>
<p><a name="Exemplos_de_usos"></a><b> Exemplos de usos </b></p>
<p>
O uso clássico de um osciloscópio é diagnosticar uma peça defeituosa em um equipamento eletrônico. Em um rádio, por exemplo, se olha no esquema elétrico do aparelho e se localizam as conexões entre os estágios (como mixer eletrônico, osciladores eletrônicos, amplificadores).
</p>
<p>Então o terra do osciloscópio é ligado ao terra do circuito, e a ponta de prova é colocada na conexão entre dois estágios no meio do circuito.
</p>
<p>Quando o sinal esperado está ausente, se sabe que algum estágio precedente do circuito está defeituoso. Como a maioria das falhas ocorre por causa de um único componente defeituoso, cada medida pode provar que metade do estágio de uma peça complexa está funcionando corretamente, ou seja, que não é a causa do defeito.
</p>
<p>Uma vez que o estágio defeituoso é encontrado, testes mais específicos deste estágio podem geralmente mostrar a um profissional experiente qual componente está com defeito. Uma vez que este componente é substituído, a unidade pode voltar à operação, ou ao menos o próximo defeito pode ser procurado.
</p>
<p>Outro uso possível é a checagem de um circuito novo. Muito frequentemente circuitos novos se comportam abaixo do esperado devido aos níveis de tensão errados, ruído elétrico ou erros no projeto. Os circuitos digitais geralmente operam a partir de um oscilador (<i>clock</i>), então um osciloscópio de traço duplo (<i>dual-trace</i>) é necessário para verificar circuitos digitais. Osciloscópios com &#8220;armazenamento&#8221; são muitos úteis para &#8220;capturar&#8221; efeitos eletrônicos raros que podem levar a uma operação defeituosa.
</p>
<p>Outro uso é para engenheiros de software que programam circuitos eletrônicos. Muitas vezes o osciloscópio é a única maneira de ver se o software está rodando corretamente. Para essa aplicação existe, no entanto, um equipamento mais apropriado, o analisador lógico, uma espécie de osciloscópio digital que permite a leitura de dezenas de canais simultaneamente.
</p>
<p><a name="Descri.C3.A7.C3.A3o"></a><b>Descrição</b></p>
<p>
Um típico osciloscópio é uma caixa retangular com uma tela, conectores de entrada, knobs para controle e botões na frente do painel.
</p>
<p>Para ajudar na medidas, uma grade chamada <i>graticule</i> ou retículo é desenhada na face da tela. Cada quadrado na graticule é conhecido como uma <i>divisão</i>. O sinal a ser medido é ligado a um dos canais de entrada, geralmente através de um conector coaxial, como os conectores BNC ou tipo N. Se a fonte do sinal já possui seu conector coaxial, então um simples cabo é usado para ligá-la, caso contrário um cabo específico chamado <i>po