One laptop per child

November 20, 2008

Laptop. Interface paralela

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A porta paralela é uma interface de comunicação entre um computador e um periférico. Quando a IBM criou seu primeiro PC (”Personal Computer” ou “Computador Pessoal”), a idéia era conectar a essa porta a uma impressora, mas atualmente, são vários os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o computador (exemplos: scanners, câmeras de vídeo, unidade de disco removível entre outros).

A partir do sistema operacional Windows 95 tornou-se possivel efetuar comunicação entre dois computadores através da porta paralela, usando um programa nativo chamado “comunicação direta via cabo”. Esta rede é muito simples de ser implementada, bastando apenas a utilização de um cabo DB25, conectado entre os dois computadores. É, no entanto, necessária uma configuração específica nos cabos para que a rede possa funcionar corretamente.

Comunicação em Paralelo

Na comunicação em paralelo, grupos de bits são transferidos simultaneamente (em geral, byte a byte) através de diversas linhas condutoras dos sinais. Desta forma, como vários bits são transmitidos simultaneamente a cada ciclo, a taxa de transferência de dados (throughput) é alta.

Laptop. Thom Yorke

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Thomas Edward “Thom” Yorke (nascido em 7 de outubro de 1968 em Wellingborough-Northamptonshire, Inglaterra) é o vocalista e compositor da banda britânica de rock alternativo Radiohead. Geralmente, toca guitarra, piano e laptop. Atualmente, ele vive em Oxford com sua companheira de longa data, Rachel Owen.

Biografia

Nascido com o olho esquerdo paralisado, Thom Yorke submeteu-se a um total de cinco operações de correção nos seus primeiros cinco anos - a última cirurgia foi mal-sucedida e quase tirou toda a visão de seu olho esquerdo - resultou em seu característico “olho-caído”. Seus colegas de classe costumavam insultá-lo com o apelido “Salamandra”. O pai de Yorke trabalhava como um vendedor de instrumentos de engenharia química, e seu filho foi movido de uma escola à outra, sem poder se fixar e fazer novos amigos. A família de Yorke finalmente se fixou em Oxford. Yorke ganhou sua primeira guitarra aos sete anos de idade, ao ver a performance do guitarrista do Queen, Brian May na televisão. A primeira canção que ele escreveu chamava-se Mushroom Cloud sobre a formação de uma nuvem seguindo uma explosão nuclear. Ele formou a primeira banda aos onze anos de idade, quando freqüentava a escola privada para rapazes Abingdon School, onde ele conheceu seus futuros companheiros de banda, Ed O’Brien, Colin Greenwood, o baterista Phil Selway e o irmão mais novo de Colin, Jonny Greenwood. Inicialmente eles chamavam-se On a Friday (”Em uma Sexta”, em português), pois sexta era o único dia em que eles podiam ensaiar. O irmão mais novo de Yorke, Andy, formou vários grupos na mesma época de On a Friday, incluindo “The Illiterate Hands”, da qual Jonny Greenwood era um membro antes de se juntar ao seu irmão em On a Friday (Andy Yorke foi a frente da banda Unbelievable Truth). On a Friday continuou a praticar e escrever novo material, mesmo estudando em universidades diferentes. Quando prestava à Universidade de exatas, Yorke foi um membro dos Headless Chickens, e trabalhou em um hospital psiquiátrico como assistente hospitalar. Em Exeter, ele conheceu Stanley Donwood, que mais tarde trabalharia na arte-final da banda de 1994 até hoje. O nome da banda mudou na sugestão do agente A & R da banda, depois de assinar com a EMI em dezembro de 1991, e foi inspirado em uma música do álbum True Stories da banda americana Talking Heads.

Trabalho no Radiohead

Quando o grande sucesso do hit Creep (escrito no banheiro masculino do clube de estudantes The Lemmy da Universiade de Exeter) conduziu a banda a escrevê-lo como seu maior hit, uma sucessão de álbuns cada vez mais complexos fez Radiohead uma da banda mais respeitadas do mundo, uma parte devido aos temas de existencialismo urbano, maldade, e amor nas letras de Yorke. Algumas das suas músicas tem mensagens políticas, o mais proeminente no álbum Hail to the Thief (Saudações ao Ladrão, em português) - o título é visto como uma referência direta à eleição para presidente dos Estados Unidos em 2002, quando George W. Bush foi acusado por seus críticos de ter “roubado” as eleições, mas isso tem sido repetidamente negado pela banda. Na época de 1997, OK Computer, as letras de Yorke foram notadas pela sua qualidade oblíqua.

Thom Yorke e o vocalista do R.E.M, Michael Stipe, são amigos íntimos e frenqüentemente participam dos shows um do outro. Yorke disse que Stipe inspirou muitas de suas músicas e o ajudou a sair de um período de depressão depois da turnê de OK Computer e antes do lançamento de Kid A (2000). A música How to Disappear Completely, do último álbum, foi inspirada por Stipe, que aconselhou Yorke a falar para si mesmo, “Eu não estou aqui e isso não está acontecendo” quando ele estava deprimido. Stipe notou que muitas das músicas de Radiohead, como “A wolf at the Door” e “There There”, inspiraram ele em seu próprio jeito de escrever.

Yorke explicou em várias entrevistas que ele não gosta da “mitologia” que sente ser endêmica com o gênero rock, e odeia a obsessão da mídia com celebridades. Parte da razão dele ter passado um período de depressão e de incapacidade de escrever depois de OK Computer foi ter sentido que a música que o Radiohead criou estava sendo alcançada pelas personalidades (particulamente ele mesmo) daqueles atrás dela.

Yorke é conhecido por seu falsetto distintivo (Fake Plastic Trees, How to Disappear Completely) e habilidade para achar, e sustentar notas elevadas (Creep, Exit Music (For a Film)). Sua voz já foi comparada a Jeff Buckley e Matthew Bellamy. Durante as gravaçãoes de The Bends em 1994, a banda assistiu Buckley em concerto; Yorke disse depois que o concerto teve um efeito direto em seu vocal em Fake Plastic Trees.

Enquanto Yorke não conseguia ler a música, ele esteve aprendendo a tocar baixo e bateria na ocasião das gravações dos álbuns do Radiohead.

Yorke já disse que ele prefere computadores às guitarras, e pensa que programas como Pro Tools dão ao músico maior poder na direção de uma música do que instrumentos tradicionais.

Radiohead está gravando atualmente seu novo álbum, com lançamento esperado para 2006. Yorke disse que as gravações do novo álbum, estão sendo agressivas, contudo bom o bastante para assumir o novo material na turnê. Radiohead estará tocando no V Festival na Inglaterra em Agosto de 2006, no Boonaroo Music Festival em Manchester, Tennessee em Junho, num fã-clube no reino unido e na Europa em Maio, e outras aparições durante o ano. “Eu temerei escutar a tudo isso depois que nós sairmos no mundo real. Eu sempre temo isso. Muito antes de começar algo novo e esquecer-me. Mas agora mesmo… é bom…” Yorke recentemente escreveu no blog do Radiohead.

Outros trabalhos

A pessoa enigmática de Yorke fez-lhe uma figura cult, mas ele também tem sido citado em várias questões políticas e sociais contemporâneas (apesar disso, ele disse quem “deve se ter cuidado para não fazer sermões.”) A banda leu No Logo, de Naomi Klein durante as sessões de Kid A, e Yorke é um fã declardo do trabalho de Noam Chomsky. Ele é amigo do escritor ecologista, acadêmico e jornalista George Monbiot; Yorke emprestou uma declaração para figurar na capa do livro de Monbiot, Captive State: The Corporate Takeover of Britain. Tem chamado atenção como um ativista político fazendo campanha para causa incluindo Comércio justo, movimentos anti-guerra como Campanha para Desarmamento Nuclear, Anistia Internacional e mais recentemente a campanha “The Big Ask” do Amigos da Terra. Ele tocou no concerto do Free Tibet em 1999.

Perguntado sobre seu ativismo, Yorke falou que “a diferença entre eu e Bono Vox é que ele fica completamente feliz em elogiar pessoas para conseguir o que ele quer, e ele é muito bom nisso, mas eu simplesmente não posso fazer isso. Eu provavelmente acabaria dando um murro na cara deles em vez de apertar as suas mãos, mas isso é melhor do que ficar fora do caminho deles. Eu não posso simpatizar com esse nível de besteira. É uma vergonha, verdade, e num caminho isso pode ajudar se eu quiser, mas eu não posso. Eu admiro o fato de Bono poder, e poder caminhar através disso cheirando a rosas.”

Além de seu extensivo trabalho com o Radiohead, Yorke também colaborou com outros músicos; ele trabalhou com Björk, PJ Harvey, James Lavelle, The Flaming Lips, U.N.K.L.E. e DJ Shadow.
Em dezembro de 2004, Thom Yorke e Jonny Greenwood contribuiram para o single de caridade Do They Know It’s Christmas.

Foi lançado no ano de 2006 o primeiro trabalho solo de Thom Yorke, o álbum “The Eraser”, com nove músicas inéditas. Yorke nega qualquer intenção de abandonar a banda, é apenas um trabalho que não se encaixa no perfil do Radiohead.

Colaborações

Drugstore

Yorke juntou sua voz com Isabel da banda Drugstore no primeiro single da banda, “EI President”, do álbum White Magic For Lovers.

Sparklehouse’

Yorke cantou parte desse cover do Pink Floyd Wish You were Here com Merk Linkous da Sparklehouse. Yorke cantou sua parte no telefone do quarto de hote dele, e você pode ouvir a TV ao fundo. Sparklehouse esteve no show de abertura da turnê européia de OK Computer em 1997.

U.N.K.L.E.

Yorke e DJ Shadow cantaram juntos durante a turnâ de OK Computer em São Francisco e gravaram Rabbit in Your Headlights para o projeto de James Lavelle sob o nome de U.N.K.L.E. O álbum chama-se Psyence Fiction.

The Venus in Furs

Yorke e seus companheiro da banda Radiohead Jonny Greenwood contribuiram juntos para Bernard Butler, Andy Mackay, e Paul Kimble para formar a banda The Venus in Furs. Eles gravaram cinco músicas para o filme produzido por Michal Stipe, Velvet Goldmine.

Björk

Yorke e Björk cantaram um dueto chamado I’ve Seen It All, em Selmasongs, para a trilha sonora de Dancer in the Dark. No filme, a canção não é cantada por Yorke.

PJ Harvey

Yorke teve uma forte presença no lançamento de PJ Harvey, Stories from the City. Ele fez um dueto com Harvey na canção “This Mess We’re In” e cantou no fundo de outras canções : “One Line” e “Beautiful Feeling”.

Laptop. Síndrome de Down

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Síndrome de Down ou trissomia do cromossomo 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente. Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a doença em 1866. A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.

Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. A incidência da síndrome de Down é estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.

Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal. Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega, ao invés de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protrusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apnéia de sono obstrutiva e disfunções da glândula tireóide.

Características

Indivíduos com síndrome de Down podem ter algumas ou todas as seguintes características físicas: fissuras palpebrais oblíquas, hipotonia muscular, a flat nasal bridge, uma prega palmar transversal única (também conhecida como prega simiesca), uma língua protrusa (devido à pequena cavidade oral), pescoço curto, pontos brancos nas íris conhecidos como manchas de Brushfield, flexibilidade excessiva nas articulações, defeitos cardíacos congênitos, espaço excessivo entre o hálux e o segundo dedo do pé. As crianças com síndrome de Down encontram-se em desvantagem em níveis variáveis face a crianças sem a síndrome, já que a maioria dos indivíduos com síndrome de Down possuem retardo mental de leve (QI 50-70) a moderado (QI 35-50), com os escores do QI de crianças possuindo síndrome de Down do tipo mosaico tipicamente 10-30 pontos maiores. Além disso, indivíduos com síndrome de Down podem ter sérias anomalias afetando qualquer sistema corporal.

Outra característica frequente é a microcefalia, um reduzido peso e tamanho do cérebro. O progresso na aprendizagem é também tipicamente afectado por doenças e deficiências motoras, como doenças infecciosas recorrentes, problemas no coração, problemas na visão (miopia, astigmatismo ou estrabismo) e na audição.

Causas e genética

A síndrome de Down poderá ter quatro origens possíveis. Das doenças congénitas que afectam a capacidade intelectual, a síndrome de Down é a mais prevalecente e melhor estudada. Esta síndrome engloba várias alterações genéticas das quais a trissomia do cromossoma 21 é a mais freqüente (95% dos casos). A trissomia 21 é a presença duma terceira cópia do cromossoma 21 nas células dos indivíduos afectados. Outras desordens desta síndrome incluem a duplicação do mesmo conjunto de genes (p.e., translações do cromossoma 21). Dependendo da efectiva etiologia, a dificuldade na aprendizagem pode variar de mediana para grave.

Os efeitos da cópia extra variam muito de indivíduo para indivíduo, dependendo da extensão da cópia extra, do background genético, de factores ambientais, e de probabilidades. A síndrome de Down pode ocorrer em todas as populações humanas, e efeitos análogos foram encontrados em outras espécies como chimpanzés e ratos.

Trissomia 21

A trissomia 21 poderá ser causada por um fenômeno de não-disjunção meiótico. Neste caso, a criança terá três cópias de todos os genes presentes no cromossoma 21. Esta é a causa apontada em 95% dos casos observados de síndrome de Down.

Translocação Robertsoniana

O material extra poderá ser proveniente de uma translocação Robertsoniana, isto é, o braço longo do Cromossoma 21 liga-se topo a topo com outro cromossoma acrocêntrico (cromossomas 13, 14, 15, 21 ou 22), podendo haver assim variabilidade na região extra. A mutação pode ser uma mutação de novo e pode ser herdada de um dos progenitores que não apresenta a doença pois tem uma translação Robertsoniana equilibrada. Por disjunção normal na meiose os gâmetas são produzidos uma cópia extra do braço longo do Cromossoma 21. Esta é a causa de 2 - 3% das síndromes de Down observadas. É também conhecida como “síndrome de Down familiar”.

Mosaicismo

O indivíduo pode ser um mosaico de células com arranjo genético normal e células com trissomia 21. Isto pode acontecer de duas maneiras: Uma não-disjunção numa divisão celular durante as primeiras divisões do zigoto, ficando assim essa célula com uma trissomia 21, dando origem a mais células iguais a si nas divisões seguintes e as restantes células permanecendo normais; ou então poderá acontecer o contrário, um zigoto ou embrião com síndrome de Down sofrer uma igual mutação, revertendo assim as células para um estado de euploidia, isto é, correcto número de cromossomas, que não possuem trissomia 21. Existe, obviamente, uma variabilidade na fracção nº de células doentes/nº de células sãs, tanto no total como dentro de um próprio tecido. Esta é a causa apontada em 1 - 2% dos casos analisados de síndrome de Down. Note-se que é provável que muitas pessoas tenham uma pequena fracção de células aneuplóides, isto é, com número de cromossomas alterado.

Duplicação de uma porção do cromossomo 21

Muito raramente, uma região do cromossoma 21 poderá sofrer uma fenómeno de duplicação. Isto levaria a uma quantidade extra de genes deste cromossoma, mas não de todos, podendo assim haver manifestações da doença.

Incidência

Estima-se que a incidência da Síndrome de Down seja de um em cada 660 nascimentos, o que torna esta deficiência uma das mais comuns de nível genético. A idade da mãe influencia bastante o risco de concepção de bebé com esta síndrome: em idades compreendidas entre os 20-24 anos é de apenas 1/1490, enquanto que aos 40 anos é de 1/106 e aos 49 de 1/11 (Fonte: Hook EB. Rates of chromosomal abnormalities at different maternal ages.). As grávidas com risco elevado de ter um filho afectado por esta síndrome devem ser encaminhadas para consultas de aconselhamento genético, no âmbito das quais poderão realizar testes genéticos (como a amniocentese).

O termo foi referido pela primeira vez pelo editor do The Lancet, em 1961 [1]. Era, até à data, denominado como mongolismo pela semelhança observada por Down na expressão facial de alguns pacientes seus e os indivíduos oriundos da Mongólia. Porém, a designação mongol ou mongolóide dada aos portadores da síndrome ganhou um sentido pejorativo e até ofensivo, pelo que se tornou banida no seio científico.

Tratamento

Vários aspectos podem contribuir para um aumento do desenvolvimento da criança com síndrome de Down: intervenção precoce na aprendizagem, monitorização de problemas comuns como a tiróide, tratamento medicinal sempre que relevante, um ambiente familiar estável e condutor, práticas vocacionais, são alguns exemplos. Por um lado, a síndrome de Down salienta as limitações genéticas e no pouco que se pode fazer para as sobrepor; por outro, também salienta que a educação pode produzir excelentes resultados independentemente do início. Assim, o empenho individual dos pais, professores e terapeutas com estas crianças pode produzir resultados positivos inesperados.

As crianças com Síndrome de Down frequentemente apresentam redução do tônus dos órgãos fonoarticulatórios e, consequentemente, falta de controle motor para articulação dos sons da fala, além de um atraso no desenvolvimento da linguagem. O fonoaudiólogo será o terapeuta responsável por adequar os órgãos responsáveis pela articulação dos sons da fala além de contribuir no desenvolvimento da linguagem.

Os cuidados com a criança com S.D. não variam muito dos que se dão às crianças. Os pais devem estar atentos a tudo o que a criança comece a fazer sozinha, espontaneamente e devem estimular os seus esforços. Devem ajudar a criança a crescer, evitando que ela se torne dependente; quanto mais a criança aprender a cuidar de si mesma, melhores condições terá para enfrentar o futuro.
A criança com S.D. precisa participar da vida da família como as outras crianças. Deve ser tratada como as outras, com carinho, respeito e naturalidade. A pessoa com S.D. quando adolescente e adulta tem uma vida semi-independente. Embora possa não atingir níveis avançados de escolaridade pode trabalhar em diversas outras funções, de acordo com seu nível intelectual. Ela pode praticar esportes, viajar, frequentar festas, etc.

Laptop. Papel eletrônico

Filed under: Uncategorized — Tags: — admin @ 12:38 am

O papel eletrônico (em inglês: eletronic paper, ou simplemente e-paper), é o termo que designa tecnologias que procuram imitar o papel convencional com uma impressão eletrônica de textos e imagens, que podem ser apagadas ou alteradas a qualquer momento sem necessidade de um novo papel.
Inicialmente é preciso explicar como funciona a tecnologia. O princípio é basicamente simples: o papel é constituído de um sanduíche de camadas transparentes e microesferas nas três cores básicas do sistema CMYK. A impressão funciona de modo análogo à impressão de fotocópias. Uma imagem “virtual elétrica” é formada em toners e, de acordo com a distribuição destas pelo toner, ocorre o giro e a recombinação das esferas no interior o e-paper, formando novas imagens. Sistemas mais avançados dispensam uso de toners e máquinas de impressão, sendo possível a alteração das imagens por meio de uma conexão USB em qualquer computador. Para o futuro, planeja-se, a conexão wireless, deste modo passaria a existir um tipo de device tão fino quanto o papel com a conectividade de um laptop.

Vantagens

De acordo com projeções da OMC (Organização Mundial do Comércio) as reservas de papel disponíveis no mundo (Plantações de árvores das quais é extraída a celulose) só teriam garantias até o ano 2040. Ou seja, já deveriam existir políticas que reduzissem o uso de papel. Com a popularização dos computadores , o consumo de papel, ao contrário do que se poderia imaginar, aumentou drasticamente tanto em empresas quanto em residências e escolas. O e-paper, parece uma alternativa interessante para determinados usos do papel, onde este por exemplo, é descartado após a utilização. A impressão de jornais e semanais, só para citar um exemplo, poderia se utilizar desta tecnologia. A atualização dos exemplares de daria por conexão com pontos de internet ou por redes sem fio. Um dado importante: 70% dos custos de produção de um jornal se devem à compra dos rolos de papel e gastos com a distribuição física de exemplares.

Usos

Já está em estudo um conjunto de aplicações e utilidades para o e-paper. O papel eletrônico pode inaugurar uma nova geração de telas e ecrãs para televisores e computadores. Ao contrário dos displays atuais, o e-paper não emite luz. Ele funciona como refletor de luz, assim como o papel comum. O resultado disso é um maior conforto visual de quem utiliza a tecnologia. Celulares (telefones móveis), notebooks, laptops, televisores e até relógios e roupas podem incorporar a nova tecnologia.

November 19, 2008

Laptop. Telecomunicações Móveis Nacionais, SA

Filed under: Uncategorized — admin @ 10:49 pm

Telecomunicações Móveis Nacionais, SA mais conhecida por TMN é uma empresa portuguesa de telefones móveis do grupo Portugal Telecom. Os seus dois dígitos iniciais de um número de telemóvel são 96. Dispõe de vários tarifários, entre eles Mimo, Pako, + Perto, VIP’s e Leve, e disponibiliza também equipamento e serviços de acesso à Internet, sobretudo para computadores portáteis.

É a maior empresa de comunicações móveis de Portugal com mais de 5 milhões de clientes (sem nunca fazer limpeza das bases de dados).

A TMN foi a primeira operadora do mundo a introduzir o conceito de cartões pré-pagos, ou seja, pagar as comunicações antes de estas serem feitas. A despesa vai sendo liquidada à medida das comunicações que se realizam (Voz, SMS, MMS, UMTS, etc.) tornando mais simples e coeso os processos de pagamento sem ter de recorrer às facuras - embora a TMN também disponibiliza este método de pagamente (pós-pago).

A TMN foi das primeiras operadoras móveis a disponibilizar serviços 3G aos seus clientes, dando a possibilidade de os utilizadores efectuarem videochamadas entre si e de beneficiarem de acesso à Internet a velocidades muito superiores nos seus telemóveis no continente.

Actualmente, a TMN é pioneira ao lançar o primeiro telemóvel de 3,5G em Portugal e em todo o mundo, o Samsung Z 560, o que oferece aos seus clientes ainda maiores velocidades de acesso à Internet, dando a possibilidade de se aceder a mais e melhores serviços, entre eles a tão esperada Mobile TV, com a transmissão de 21 canais em directo. O Algarve é das primeiras regiões portuguesas a dispor de rede 3,5G, rede essa que vai ser instalada gradualmente por todo o país.

Tal como todas as outras redes do mundo a TMN também disponibiliza os serviços de roaming.

Com o crescer da concorrência e modernização dos produtos, a TMN tem vindo a mudar o seu slogan (de “Mais perto do que é importante” a “Até já”) e o seu logótipo.

Pela sua liderança, tem várias atitudes monopolistas que se destacam no preço dos seus serviços.

Actualmente está com a nova política do grupo, substituindo a empresa como o centro das atenções, pelo cliente, uma vez que a Vodafone, sua maior concorrente, está a ganhar clientes e a TMN a perdê-los. Isto falando de cartões activos com taxações nos últimos 90 dias. Já que a TMN não faz limpeza das bases de dados ao contrário do que anuncia.

Laptop. Hardware de rede Artisoft

Filed under: Uncategorized — Tags: , , — admin @ 8:28 pm

Da mesma forma que a Novell ajudou a popularizar os adaptadores de rede Ethernet vendendo sua própria linha de produtos, houve uma época em que a fabricante da LANtastic também produziu seus próprios cabos, hubs e adaptadores (fabricados pela Eagle Technology, adquirida pela Artisoft em Janeiro de 1994 e vendida um ano depois para a Microdyne Corporation). Eles começaram com uma linha de placas de rede de 8 bits (soquete ISA) que rodava a apenas 2 Mbps (megabits por segundo), contra 10 Mbps de um adaptador Ethernet comum, e só eram compatíveis com a própria LANtastic.

Artisoft 2Mbps Network Adapter

O Artisoft 2Mbps Network Adapter foi produzido em três versões:

  • O2MBPS - 2 Mbps (original)
  • E2MBPS - 2 Mbps Enhanced (possuía um “DIP switch” com quatro chaves para configuração e a possibilidade de incluir uma “placa-filha” com uma ROM de boot remoto ou memória RAM adicional)
  • 2 Mbps ASIC (”Application Specific Integrated Circuitry”)

Em comum, as três versões possuíam duas portas DB9 (macho e fêmea) e usavam cabos blindados de par trançado. A configuração de rede mais comum era em “daisy chain” ou topologia “bus”, sendo que o cabo ligava um conector macho a porta fêmea no próximo adaptador da cadeia. O terminador de rede era um plug DB9 com um resistor de 100 Ohm ligando os pinos 3 e 4, e outro resistor de 100 Ohm ligando os pinos 7 e 8.

A Artisoft recomendava o uso do seu cabo blindado exclusivo para as conexões, o qual permitia atingir, segundo sua documentação, uma distância máxima de quase 64 metros entre estações da rede.

Hub Artisoft

Um hub de 12 portas, projectado especificamente para conectar estações de trabalho LANtastic usando adaptadores de 2 Mbps.

Simply LANtastic Ethernet Adapter (ISA)

Adaptador Ethernet de 8 bits para uso doméstico, o qual sacrificava a performance em nome da facilidade de uso: os cabos (com extensão máxima entre estações de 8,5 m) eram conectados no adaptador através de tomadas (”mini-jack”) semelhantes aos de aparelhos de áudio. Não havia a necessidade de um terminador de rede.

Simply Parallel Adapter

Uma porta Ethernet paralela, que eliminava a necessidade de abrir o computador para inserir uma placa de rede. Radicalizava o conceito do Simply Ethernet Adapter, com cabos e conectores de áudio, e fazendo rede e impressora compartilharem a mesma porta (o que nem sempre funcionava de modo pacífico - algumas impressoras se recusavam a funcionar nesse sistema).

Série AE (Adaptadores AE-1/T, AE-2, AE-2/T e AE-3)

Placas de rede Ethernet de 16 bits, configuráveis através de “jumpers” e compatíveis a nível de registro com as NE2000. Ostentavam 16 Kb de RAM “on-board” para buffer do tráfego de rede, expansíveis para 64 Kb. Podiam ser usadas como placas Ethernet comuns em qualquer rede (ou seja, não possuíam arquitetura proprietária). A principal diferença entre os três modelos era o conector (e tipo de cabeamento suportado) em cada uma delas:

  • AE-1/T - conector RJ45 (cabo de par trançado não-blindado)
  • AE2 - conectores DB15 (cabo “Thicknet”) e BNC (cabo coaxial)
  • AE-2/T - conectores RJ45 e DB15
  • AE-3 - conectores RJ45, DB15 e BNC

Adaptadores NodeRunner 2000 e NodeRunner 2000SI

Placas de rede Ethernet de 16 bits, que utilizavam um chip ASIC (”Alice”) para acelerar o processamento dos sinais. As NR2000 foram projectadas para uso em redes LANtastic versão 5.0 ou anteriores, enquanto as NR2000SI funcionavam com redes de outros fabricantes e com a LANtastic versão 6.0 (mas não com versões anteriores). As SIs originais podiam ser identificadas por um adesivo amarelo ou vermelho preso na parte externa do espelho da placa, enquanto as 2000 originais possuíam um adesivo branco no mesmo local.

Hardware de 16 bits (MicroChannel)

A Artisoft criou versões de seus adaptadores de rede para o padrão proprietário MicroChannel (MCA), utilizado nos modelos IBM PS/2. Os modelos fabricados eram das séries AE, A2MBPS e NodeRunner, e foram projectados para uso exclusivo em redes LANtastic.

Boot PROM

Chip inserido numa interface de rede para permitir boot remoto. Era usado em estações de trabalho “diskless” (sem drive de disquete nem disco rígido), para inicializar o sistema via rede, através de um servidor remoto.

Hub T-Runner I

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 12 portas (RJ-45).

Hub T-Runner II

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 16 portas (RJ-45).

Peer Hub

Hub dinâmico 10baseT para inserção no computador, como se fosse um adaptador de rede. Dotado de cinco portas externas RJ-45 e duas internas (usadas para conexão com outros adaptadores das séries AE/T e NR2000 instaladas no mesmo computador), era oferecido como uma alternativa aos hubs externos. Até quatro Peer Hubs podiam ser instalados numa mesma máquina.

Central Station I e II

Módulo independente de conexão para impressoras, modens e laptops numa rede LANtastic, evitando a compra de um computador especificamente para este fim. Possuía 2 portas seriais DB-9 bi-direcionais, uma porta auxiliar DB-9 para protocolo XON/XOFF (somente no Central Station II), uma porta paralela DB-25 para conexão de impressoras, outra porta paralela DB-25 para conexão de mais uma impressora ou laptop (somente no Central Station II). O Central Station não era compatível com máquinas rodando LANtastic para Windows 95 e nem dava suporte para modens com taxas de transferência acima de 14.4 Kbps.

LANtastic Sounding Board (Voice Adapter)

Placa de som de 8 bits (ISA), desenvolvida pela Artisoft (originalmente sob o nome Voice Adapter), especificamente para gravar e reproduzir mensagens de voz através de uma rede LANtastic. Em ambiente Windows, podia gravar sons em seu formato nativo MULAW ou no WAVE do Windows. Foi comercializada como parte do pacote Artisoft Net Media, que teve vida breve.

Laptop. Distribuição Linux

Filed under: Uncategorized — Tags: — admin @ 5:55 pm

GNU/Linux é um sistema operacional baseado em software livre. Uma Distribuição Linux (ou simplesmente distro) é composta do kernel do Linux e mais uma série de aplicativos com vários propósitos. Muitas pessoas e empresas ao redor do mundo criam e distribuem - gratuitamente ou cobrando por isso - suas distros. Algumas distribuições são maiores que outras, cujos tamanhos podem variar desde um disquete a vários DVDs, passando por pen drives, CDs e mini CDs.

Cada distro tem o seu propósito. Podem ser feitas especificamente para computadores desktops, laptops, servidores de redes, servidores de aplicações, servidores de banco de dados, handhelds, telefones celulares e outros.

Das inúmeras distribuições existentes as de maior destaque são a Red Hat, SuSE, Mandriva, Debian, Fedora Core, Ubuntu Linux, dentre outras.

Laptop. Windows XP

Filed under: Uncategorized — Tags: , , — admin @ 4:31 pm

O Windows XP (oficialmente, Windows 5.1) é um sistema operacional produzido pela Microsoft para uso em todos os tipos de computadores, incluindo computadores residenciais e de escritórios, notebooks, midia centers e ainda Tablet PCs. As letras XP derivam da palavra eXPerience, experiência em inglês. O seu nome de código era Whistler, o nome de um resort no Canadá, o Whistler Blackcomb, na qual os desenvolvedores do sistema passaram um tempo. O Windows XP une a facilidade de uso do Windows ME com a estabilidade do Windows 2000, e é o primeiro sistema operacional para consumidores construido em uma arquitetura e kernel totalmente novos. O Windows XP foi lançado em 25 de Outubro de 2001 e possui 400 milhões de cópias em uso atualmente, de acordo com a estimativa da IDC Analyst. Foi substituido pelo Windows Vista lançado em testes no dia 8 de Novembro de 2006 e vendido aos usuários no dia 30 de Janeiro de 2007. Estimativas indicam que irá demorar de 5 à 7 anos para que o Vista atinja a marca de cópias vendidas do XP.

As duas edições iniciais do Windows XP são o Windows XP Home Edition, para usuários domésticos, e o Windows XP Professional Edition, com recursos adicionais como o Domínio de Servidor do Windows e a utilização de 2 processadores além de ser designado a usuários experientes e empresas. No Windows XP Media Center Edition foram incluídos recursos adicionais de multimídia, como a possibilidade de gravar e assistir programas de televisão, ver filmes de DVD e ouvir música. O Windows XP Tablet PC Edition foi designado para rodar nas plataformas Tablet PC. Duas versões foram lançadas separadamente para computadores com processadores 64 bits, foram o Windows XP 64-bit Edition para processadores Itanium e o Windows XP Professional x64 Edition para processadores x86-64, em 2005 foi lançado, o Windows XP Starter Edition que é uma versão reduzida do sistema operacional da Microsoft, para tentar combater a pirataria e se tornar mais atrativo financeiramente.

O Windows XP tem melhor estabilidade e eficiência, comparado às outras versões do Windows. Uma diferença significante foi a da interface gráfica ter mudado do padrão cinza para um azul fosco. Esta é a primeira versão do Windows a usar um programa de validação de produto para combater a pirataria de software na qual foram barradas muitas atualizações a Windows não-originais. O Windows XP foi muito criticado por usuários devido a sua enorme lista de vulnerabilidades de segurança, as várias falhas do navegador Internet Explorer e do Windows Media Player, mas também foi muito elogiado por ser um dos sistemas mais bonitos e estaveis.

O Windows XP começou a ser desenvolvido em 1999, quando a Microsoft iniciou o projeto do Windows Neptune (Netuno), o que viria a ser a versão Home Edition do Windows 2000. O projeto foi cancelado e então se iniciou o projeto Whistler, do Windows XP. Muitas idéias do Neptune e do Odyssey (outra versão do Windows também cancelada) foram usadas no Windows XP.

Edições

As duas maiores versões do XP são a Home Edition, para usuários domésticos e a Professional, designada para empresas e usuários avançados. Outras derivações do Windows XP incluiam peças de Hardware limitadas e versões com recursos limitados vendidas na Europa e desenvolvidas para serem mais baratas.

O Windows XP Professional oferece um número maior de recursos em comparação com o Home Edition, incluindo:

  • A habilidade de poder usufruir do Domínio de Servidor do Windows, grupos de computadores que eram controlados remotamente por um ou mais servidores centrais.
  • Uma sofisticada lista de Controle de Acesso, na qual podia se especificar o uso de programas no computador usado para todos os usuários em circunstâncias normais. Os usuários usam outras ferramentas no Windows Explorer, ou reiniciam o computador em Modo de Segurança para modificar o acesso das listas de controle.
  • Servidor de Acesso Remoto, com a permissão de o usuário se conectar ao seu Windows por outro sendo este também o XP, na qual ele usaria a rede local ou a internet.
  • Pastas e arquivos offline, com a permissão automática de o PC restaurar e copiar para uma rede de computadores e trabalhar com ele desconectado da rede.
  • Sistema de Encriptação de Arquivos;
  • Serviços de Informação de Internet (IIS), servidores HTTP e FTP da Microsoft.
  • Suporte a duas unidades de processamento único (CPU).

Windows XP com hardware diferenciado

A Microsoft modificou o Windows XP para diferentes mercados. Cinco diferentes versões do XP foram desenvolvidas, duas somente para processadores 64 bits.

Windows XP 64-bit Edition

Essa versão foi especificamente designada para estações de trabalho Itanium. Essa versão foi descontinuada em 2005, após a HP, a última distribuidora desse tipo de sistema parar de vendê-los ao mercado de estações de trabalho.

Windows XP Professional x64 Edition

Não confunda com a versão anterior de 64-bit do XP, essa versão é baseada no Windows Server 2003 e suporta extensões x86-64 da arquitetura IA-32 da Intel. x86-64 é implementado pela AMD como “AMD64″, encontrados nos chips Opteron e Athlon 64 e implantado pela Intel como “Intel64″, encontrado nos processadores Pentium 4.

Windows XP Media Center Edition

Essa versão é designada para PC’s de centrais de mídia.Originalmente era designada com uma certa quantia de computadores. Em 2003 o Media Center Edition foi atualizada como “Windows XP Media Center Edition 2003″ com recursos adicionais como sintonização FM. Duas atualizações ocorreram, uma em 2004 e outra em 2005, quando a primeira versão foi lançada para Desenvolvedores de Sistemas.

Windows XP Tablet PC Edition

Especialmente designada para notebook/laptop chamado de Tablet PC, com tela sensível ao toque e outros recursos de telefonia portátil.

Windows XP Embedded

Versão especificada para consumidores eletrônicos, video-games, e Protocolo de Voz por Internet (VoIP).

Windows Fundamentals for Legacy PCs

Uma versão modificada do Windows XP, para rodar em máquinas mais antigas, mas com os mesmos recursos do XP Service Pack 2.

Windows XP Starter Edition

O Windows XP Starter Edition é uma versão de baixo custo do Windows XP avaliada para países em desenvolvimento como Tailândia, Turquia, Malásia, Indonésia, Rússia, Índia, Colômbia, Brasil, Argentina, Peru, Bolívia, Chile, México, Equador, Uruguai e Venezuela. Ele é muito similar ao Windows XP Home, mas está limitado com hardware específico, e só pode rodar 3 programas em 3 janelas por vez e outros recursos foram removidos ou desativados por padrão.

O acordo da Microsoft para lançar o Starter Edition é “uma introdução ao sistema operacional Windows XP de baixo custo designada primeiramente para Desktops de usuários em países emergentes.

Características

O Starter Edition inclui alguns recursos especiais para mercados aonde os consumidores não possuíam computador. Essa versão do XP é a mais básica, vindo a usar o padrão cinza dos Windows anteriores a ele. Muitos recursos como screensavers, efeitos de vídeo e outros foram removidos.

Muitas limitações foram incluidas nesse Windows para se distanciar das outras versões do XP. Somente três aplicações podem rodar no Starter Edition além de que só se pode abrir três janelas ao mesmo tempo. A resolução máxima da tela é 1024×768 e não suporta grupos de rede ou domínios. Também o Starter Edition está licenciado para trabalhar com processadores de baixo custo, como os Intel Celeron, e o AMD Duron. O limite da memória RAM é de 256 MB e o HD tem que ser no máximo de 80 GB.

Em 11 de Outubro de 2006, a Microsoft anunciou que foram vendidas 1,000,000 de unidades do Windows XP Starter Edition. Mas no mercado de varejo ele não obteve muito sucesso. Em muitos pontos de venda, foram encontradas muitas versões piratas do sistema.

Windows XP Edition N

Em Março de 2004, a Comissão Européia multou a Microsoft em € 497 milhões ($603 milhões de dólares) e ordenou à companhia que providênciasse as versões do Windows sem o Windows Media Player. A comissão concluiu que a Microsoft estava desrespeitando uma lei muito severa da União Européia que a acusava de estar monopolizando o mercado de vendas de sistemas operacionais para grupos de trabalhos, sistemas operacionais de servidores e mídia players. A Microsoft tentou apelar para a decisão, mas algum tempo depois lançou uma versão do Windows XP sem o Windows Media Player instalado para encorajar os usuários a usarem e baixarem outros mídia players. A Microsoft chamou esta versão de Reduced Media Edition, porém a UE sugeriu o nome Edition N, com o N significando “sem o Windows Media Player” para as versões Home e Professional do XP. Dois fatos incluíram a venda de Windows XP’s com o Media Player incluido, Dell, HP, Lenovo e Fujitsu - Siemens tiveram todo o estoque apreendido. Entretando a Dell comercializou essa versão normal por pouco tempo. Consumidores interessados pelo baixo preço, com 1500 unidades devolvidas aos vendedores, foram vendidas aos consumidores.

Recursos novos e atualizados

O Windows XP veio com uma gama de recursos muito maior do que os sistemas anteriores, incluindo:

  • Sequências rápidas de iniciação e hibernação;
  • A capacidade do sistema operacional desconectar um dispositivo externo sem a necessidade de reiniciar o computador.
  • Uma nova interface de uso mais fácil, incluindo ferramentas para desenvolver temas de escritórios.
  • Uma habilidade de alternância de contas de usuários, na qual quem está logado pode alternar em outra conta sem perder os arquivos.
  • O Clear Type é um mecanismo para dar realce e sombras a um texto, é especificamente adotado para monitores de LCD.
  • A funcionalidade da Assistência Remota, com a permissão de usuários se conectarem ao seu XP pela rede de internet e acessar seus arquivos e imprimi-los, executar aplicações e outros.
  • Suporte para rede DSL e Wireless.

Interface

O Windows XP conta com uma nova interface gráfica.
O Menu Iniciar e o campo de Pesquisa foram redesenhados e muitos efeitos visuais foram adicionados, incluindo:

  • Um retângulo azul translúcido no Explorer;
  • Uma marca d’água gráfica com os ícones das pastas, indicando o tipo de informação contida naquela pasta.
  • Novas camadas de efeitos para a Desktop.
  • A habilidade de travar a taskbar e outras barras de ferramentas para prevenir acidentais desconfigurações.
  • A fixação no Menu Iniciar, dos últimos e mais usados programas;

Sistema requerido

Segue abaixo a lista do sistema requerido para se rodar o Windows XP Home Edition e o Professional Edition;

Minimo Recomendado
Processador 233 MHz 300 MHz ou maior
Memoria 64 MB RAM (performace e outros recursos limitados 256 MB RAM ou maior
Adaptador de Vídeo e Monitor Super VGA (800 x 600) Super VGA (800 x 600) ou resolução maior
Espaço livre no HD 1.5 GB 1.5 GB ou mais
Drives CD-ROM CD-ROM
Controles Teclado e Mouse Teclado e mouse
Outros Placa de Som, Auto-falantes Placa de Som, Auto-falantes

Suporte e Service Packs

A Microsoft ocasionalmente lançou service packs para estas versões do Windows para corrigir problemas e adicionar novos recursos.

Service Pack 1

O Service Pack 1 (SP1) do Windows XP, foi lançado em 9 de Setembro de 2002. Os recursos mais notados foram o suporte a USB 2.0 e o Definir Acesso e Padrões do Programa. Primeiramente os usuários especificavam qual browser e qual mensageiro instatâneo eles usariam, com acesso aos programas da Microsoft. O Service Pack 1a foi lançado ultimamente para remover o Microsoft Java Virtual Machine de acordo com a Sun Microsystems.

O suporte do Service Pack 1 e Service Pack 1a acabaram em 10 de Outubro de 2006.

Service Pack 2

O Service Pack 2 (SP2) (de nome de código “Springboard”) foi lançado no dia 6 de Agosto de 2004, após detalhes severos, com ênfase na segurança. Anteriormente como nos outros service packs, o SP2 adicionou novas funcionalidades ao Windows XP, incluindo a instalação de um firewall, suporte à rede Wi-Fi com guia de introdução, bloqueador de pop-up no Internet Explorer, e suporte ao Bluetooth. Um dos maiores recursos de segurança adicionados foi o Windows Firewall que estava ativado por padrão, proteção avançada na memória e uma tecnologia chamada de NX Bit para proteger o processador de mais ataques virtuais; Além disso foi lançada a Central de Segurança do Windows um pacote de proteção que incluia o Firewall do Windows, a conexão com as atualizações automáticas e um anti-vírus que deveria ser instalado a parte.

Também o Windows Movie Maker 2 com uma nova interface, efeitos de vídeo e opções foram incorporadas ao programa.

Service Pack 3

O Microsoft Windows XP Service Pack 3 (SP3) começou a ser desenvolvido em Março de 2007, no site da Microsoft indicava-se “primeiro lançamento” marcado para 2008.

Há muita expectativa para o Service Pack 3, pois a Microsoft anunciou que irá mudar a aparência do Windows XP, para torná-lo parecido com o Windows Vista, ou seja, irá adicionar um tema de cores pretas para tornar o XP mais parecido com o Vista , esta versão é chamada popularmente de “Black Edition”.

O Service Pack 3 trará também, mudanças no Microsoft Windows Media Player, e no Windows Internet Explorer. Baboo - Mais detalhes sobre o Windows XP Service Pack 3, e também a possibilidade de inserir a chave do produto no final da instalação (tornando mais ágil a instalação do Windows XP) e a presença do NAP (Network Access Protection), existente no Windows Vista. Baboo - Novidades sobre o SP3 do Windows XP

Calendário de Desenvolvimento

O calendário do desenvolvimento do SP3 inclui um beta público durante o mês de setembro de 2007, novas versões betas no final do ano, e a versão final (RTM) para o primeiro semestre de 2008. Baboo - Novidades sobre o SP3 do Windows XP

Ciclo de Vida do Produto

O Suporte Técnico do Windows XP Service Pack 2 acabará 4 anos após o seu lançamento. O Windows XP estará disponível no mercado por um período de 12 á 24 meses após o lançamento do Windows Vista. Em 14 de Abril de 2009, o Windows XP entrará no período de “Suporte Extendido”, indo até o ano de 2014. O Windows XP sem Service Pack 2 se encontra sem suporte na qual a Microsoft já expediu suas datas de encerramento:

  • Windows XP RTM, sem Service Pack, finalizou o suporte dia 30 de Setembro de 2004.
  • Windows XP Service Pack 1 terminou o suporte em 10 de Outubro de 2006.

Laptop. Sons cardíacos

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Os sons do coração são os barulhos (som) gerados pelo coração que bate e resultam do fluxo de sangue que passa por ele. Na auscultação cardíaca, o examinador usa um estetoscópio para escutar estes sons, que proporcionam uma informação importante sobre a condição do coração.

Em adultos saudáveis, existem dois sons do coração normais que ocorrem em sequência com cada batida do coração. Eles são o primeira bulha cardíaca (B1) e o segunda bulha cardíaca (B2), produzidos pelo fechamento das valvas atrioventriculares e valvas semilunares respectivamente. Além destes sons normais, diversos outros sons podem estar presentes incluindo os sopros cardíacos, sons adventíceos ou cliques.

Os sopros cardíacos são gerados por um fluxo turbulento do sangue, que pode ocorrer dentro ou fora do coração. Os sopros podem ser fisiológicos (benignos) ou patológicos (anormais). Os sopros anormais podem ser causados por uma estenose que restringe a abertura de uma valva cardíaca, causando turbulência ao fluxo sanguíneo que passa por ali. A insuficiência da valva (ou regurgitação) permite o fluxo inverso do sangue quando a valva incompetente deveria estar fechada. Diferentes sopros são audíveis em diferentes partes do ciclo cardíaco, dependendo da causa do sopro.


Primeira bulha cardíaca B1

O primeiro som cardíaco, ou B1, é causado por um bloqueio súbito do fluxo reverso do sangue devido ao fechamento das valvas atrioventriculares, valva mitral e valva tricúspide, no início da contração ventricular, ou sístole. Quando a pressão dos ventrículos se torna maior que a pressão nos átrios, o sangue que entrou nos ventrículos é empurrado em direção aos átrios, atingindo o folhetos das valvas, desta forma fechando as valvas e prevenindo a regurgitação do sangue dos ventrículos de volta aos átrios. O som B1 resulta da reverberação do sangue associada com o súbito bloqueio do fluxo reverso pelas valvas.


Segunda bulha cardíaca B2 (componentes A2 e P2)

O segundo som cardíaco, ou B2, é causado pelo bloqueio súbito do fluxo reverso do sangue devido ao fechamento da valva aórtica e valva pulmonar no final da sístole ventricular, ou seja, início da diástole ventricular. Como o ventrículo esquerdo se torna vazio, sua pressão se torna menor que a pressão da aorta, então o fluxo sanguíneo na aorta rapidamente muda de direção e se direciona para o ventrículo esquerdo, atingindo os folhetos da valva aórtica, o que provoca o fechamento da valva aórtica. Da mesma maneira, a pressão no interior do ventrículo direito se torna menor que a pressão na artéria pulmonar, fazendo com que a valva pulmonar se feche. O som B2 resulta da reverberação do sangue associada com o súbito bloqueio do fluxo reverso pelas valvas.

Desdobramento da segunda bulha cardíaca

Durante a inspiração, a pressão intratorácica negativa causa um retorno sanguíneo aumentado no lado direito do coração, e, no entanto, uma lentidão no esvaziamento do lado esquerdo. O volume sanguíneo aumentado no ventrículo direito faz com que a valva pulmonar se mantenha aberta por mais tempo durante a sístole ventricular. Isso causa um atraso maior no componente P2 da B2 em relação ao componente A2. Durante a expiração, a pressão intratorácica positiva causa um retorno sanguíneo diminuído no lado direito do coração. O volume reduzido no ventrículo direito permite que a valva pulmonar se feche mais cedo no final da sístole ventricular, fazendo com que o P2 ocorre mais cedo, e mais “próximo” ao A2. É fisiológico se escutar o “desdobramento” da segunda bulha cardíaca em pessoas jovens, durante a inspiração, no segundo e terceiro espaços intercostais esquerdos, perto da margem do esterno. Durante a expiração, o intervalo entre os dois componentes normalmente diminui e os dois componentes da B2 se tornam unidos.

Sons cardíacos acessórios

Os raros sons cardíacos acessórios são escutados tanto em situações normais quanto anormais.


Terceira bulha cardíaca B3

Raramente pode existir um terceiro som cardíaco S3. A terceira bulha cardíaca ou som protodiastólico não é de origem valvular, ocorrem no início da diástole logo após a B2. Este som ocorre quando o ventrículo esquerdo não está totalmente complacente, e até o início da diástole, o fluxo de sangue dentro do ventrículo esquerdo causa vibrações da valve leaflets e das cordas tendíneas.
O terceiro som cardíaco é normal em crianças e adultos jovens, mas desaparece antes da meia idade. A reemergencia anormal desse som indica um estado patológico, podendo ser um sinaç de falência do ventrículo esquerdo como na insuficiencia cardíaca esquerda.


Quarta bulha cardíaca B4

O quarto e raro som cardíaco B4 é algumas vezes audível em crianças saudáveis, mas quando audíveis em adultos ele é chamado de galope présistólico. Este galope é um sinal de um estado patológico, usually a failing left ventricle. Este som ocorre logo após a contração atrial. The combined presence of S3 and S4 is a quadruple gallop. At rapid heart rates, S3 and S4 may merge to produce a summation gallop.

Graduações dos sopros
Grau Descrição
Grau 1 Muito silencioso, somente audível com o examinador concentrado. Pode não ser escutado em todas as posições.
Grau 2 Silencioso, mas audível assim que o estetoscópio for encostado no peito.
Grau 3 Moderamente intenso.
Grau 4 Intenso, com frêmito palpável.
Grau 5 Muito intenso, com frêmito. Pode ser audível quando o estetoscópios estiver parcialmente encostado no peito.
Grau 6 Muito intenso, com frêmito. Pode ser escutado com o estetoscópio completamente fora do tórax.

Anatomia de superfície

The opening and closing of the valves is usually much less loud than the sound of the blood rushing through the valve and “colliding” with the subsequent barrier. Because of this, auscultation to determine function of a valve is usually not performed at the position of the valve, but at a downstream position where the listener can best hear the blood colliding after the valve is closed.

  • Valva pulmonar (para o tronco pulmonar): segundo espaço intercostal (esquerdo)
  • Valva aórtica (para a aorta): primeiro espaço intercostal (direito)
  • Valva mitral (para o ventrículo esquerdo): quinto espaço intercostal (esquerdo)
  • Valva tricúspide (para o ventrículo direito): quarto espaço intercostal (esquerdo)
  • Patofisiologia
    • Estenose mitral
    • Regurgitação mitral
    • Estenose aórtica
    • Insuficiência aórtica
    • Pulmonic stenosis
    • Pulmonic insufficiency
    • Tricuspid stenosis
    • Tricuspid insufficiency
  • Sopro cardíaco
  • Benign paediatric heart murmur
  • Referências

    1. “The Cardiovascular System.” Bates, B. A Guide to Physical Examination and History Taking. 9h Ed. 2005.

    Laptop. VJ

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    VJ (pronuncia-se em inglês víi-djêi) ou vídeo jockey é a denominação geralmente dada aos profissionais responsáveis pela manipulação em tempo real de vídeos em eventos ao vivo ou programas de televisão, tendo estes vídeos como função, na maioria das ocasiões, a ilustração de músicas e a transmissão de sensações diversas para o público. Tendo como origem a videoarte, o vjing (pronuncia-se víi-djáing), que é o nome dado à profissão/atividade profissional dos manipuladores de vídeo em tempo real) usa elementos de vídeo puro e simples, videoarte, tv, videogame, cinema e uma infinidade de influências do meio audiovisual. O VJ pode utilizar até mesmo transmissões ao vivo do próprio evento (webcams, câmeras de segurança, câmeras da equipe de filmagem do evento) ou de qualquer outra parte do mundo (via satélite, dospositivos móveis - celular… - ou internet) para compor experiências sensoriais audiovisuais. Estas experiências são exibidas em telões de diversos tipos, tamanhos e tecnologias espalhados pelo evento.

    O VJ faz com vídeo o mesmo que o DJ faz com a música. O VJ pode ainda trabalhar sem usar o som ou qualquer outra trilha sonora. Por força de mercado, pode, eventualmente, trabalhar com áudio e vídeo.

    O VJ usa inúmeras ferramentas de trabalho. Desde um simples computador ou laptop/notebook conectado aos telões, a clusters, videogames (como o Playstation, X-BOX, Dreamcast e outros) e até mesmo celulares, estes últimos devidamente conectados a computadores, websites ou satélites, os quais captam seus comandos e transmitem para outros dispositivos reponsáveis pela mixagem dos vídeos.

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